07 de julho de 2026
Geral

PROCEDIMENTO DA IMPRENSA

Maurício de Oliveira Carvalho
| Tempo de leitura: 1 min

Acreditamos todos que a Imprensa, em sua função social que é a de informar, busque agilizar o informe para seu leitor, desta forma, tentando oferecer em primeira mão o disputado fruto de sua labuta, que é a informação. Assim, no anseio pela informação, põem-se os repórteres a divulgar informes que, se não justificadamente corretos, correm o risco de expor pessoas que somente buscaram cumprir sua função social como cidadãs. Por outro lado, quando em casos horripilantes contra a vida e de caráter hediondo, põe-se a Imprensa a publicar de forma velada os nomes dos envolvidos, resumindo-se a simples siglas! Não é uma incoerência o que vimos nos últimos informes quando das notícias sobre a maior evasão já ocorrida em Bauru?

Vimos citado e espoliado o nome do carcereiro Fernando César Rodrigues, que agora margeia estado de colapso mental, e devemos reconhecer também o erro em mencionar-se o nome do ex-detento, que, reconheçamos, a própria terminologia ex, define um cidadão comum, igualmente pai de família, sr. Douglas Rogério Reducino, o qual, teve seu nome entregue à execração pública, bem como exposto à possibilidade de represálias por parte dos foragidos. Onde está o erro, na polícia que noticia antecipadamente, nos funcionários, seja de qual for seu escalão, ou simplesmente em uma Imprensa furona, doida para injetar adrenalina nos cérebros da sociedade, cada vez mais ávida por notícias. Será que não está na hora da Imprensa rever os seus conceitos? (Maurício de Oliveira Carvalho - RG. 11.240.587)