09 de julho de 2026
Geral

Jogos são usados para integrar alunos

Da Redação
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Na última sexta-feira, alunos da escola estadual Luiz Zuani que estão fazendo a recuperação de férias participaram de jogos interativos. A professora Cibele de Oliveira Aquino, da área de ciências humanas, afirma que o esporte e jogos são utilizados para intereção e aquisição de conhecimentos gerais.

Cibele conta que nas disciplinas de história e geografia vai trabalhar um tema único, a solidariedade. Segundo ela, o trabalho será o ponto central das aulas. “Vou começar com a formação do trabalho desde a revolução industrial até a exclusão da mão-de-obra dos idosos nos dias de hoje”, explica.

Para ela, os alunos terão conhecimentos sólidos no que se refere à história do trabalho e solidariedade. Mas ela admite que as atividades da recuperação não abordam os conteúdos pragramáticos específicos.

Gleyson Ricardo Vieira, 19 anos, que terminou o 1.º ano do ensino médio e ficou de recuperação de férias, afirma que as atividades, até agora, não acrescentaram quase nada a seus conhecimentos. “Não vou sair perdendo porque já é a segunda vez que faço o 1.º ano”, diz.

Para ele, a recuperação de férias visa a promoção dos alunos para a série seguinte, independente do conhecimento adquirido. Ele acha que a recuperação por disciplina era mais eficiente, embora a sistemática adotada atualmente seja mais divertida.

O estudante Ricardo de Souza, 19 anos, acha que a recuperação de férias é uma boa alternativa para quem faltou muito durante o ano. Ele afirma que assimilou o conteúdo das disciplinas que ficou de recuperação - química e geografia - portanto acredita não ter problemas de aprendizado no próximo ano. “Estou aprendendo coisas interessantes, como conceitos de solidariedade”, diz.

Marcelo Wanderley Bigheti, 19 anos, que fez a 1.ª série do ensino médio do ano passado, acha melhor participar da recuperação de férias do que ficar na rua sem fazer nada. Ele ficou de recuperação de física e matemática e conta que ainda não teve aula dessas disciplinas.

A professora Fabiana Aparecida de Oliveira, que trabalha a área de códigos de linguagem com os alunos que ficaram de recuperação nas disciplinas de língua portuguesa, inglês e educação artística, acha que a nova sistemática é eficiente. “Os alunos estão lidando com conhecimentos que têm relação com as matérias que perderam”, frisa.