Infelizmente, somos “seres†HUMANOS, pois estamos inseridos em um continente que por sua vez está inserido num globo que faz parte de um Universo. Universo este que determina os vários graus da evolução. Porque no início só existiam seres vivos animais e vegetais, não fazíamos parte deste contexto e nesse tempo havia harmonia e equilíbrio. Foi a partir do surgimento do homem que os seres animais e vegetais começaram a entrar em declínio, muitos não mais existem, outros migraram e o pior, alguns sofreram mudanças de características e comportamento. Será difícil perceber estas modificações? Vivemos hoje num quadro revertido, “mundo dos avessosâ€, isto é, a areia, o cimento, a pedra que antes estavam presentes no subsolo, hoje estão sob nossos pés e sobre nossas cabeças. Mas não devemos impedir e muito menos criticar esse “desenvolvimento†que por um capricho de nossa língua portuguesa tem algo em comum com destruição. Estamos sentindo na pele, ou no sangue, o preço desse crescimento, e mesmo assim é colocada em dúvida a resposta que o Planeta nos mostra, seja pela elevação do nível do mar, pelo derretimento das geleiras polares, pelos tufões-furacões, pelos terremotos, vulcões, etc... Mas há quem diga que isso é um processo natural dos movimentos terrestres. Pois bem, e o efeito estufa, buraco na camada de ozônio, fome, doenças crônicas e fatais, eu pergunto: a culpa é do Planeta? É, realmente somos meros “seres†humanos, estamos ou temos as mãos atadas, pois tudo isso que está acontecendo, ou melhor, será que tem algo acontecendo com o Planeta? (Ivan Alexandre Ferrazoli de Marche - Biólogo - RG 23.643.161-4)