O pedreiro Cláudio Pereira começou ontem, por volta das 17h, um protesto solitário em frente a uma escola de informática localizada no centro da cidade. Pereira conta que ele e mais sete pessoas de sua equipe trabalharam na empresa durante 45 dias, fazendo uma reforma geral no prédio da escola. Desde outubro do ano passado, quando as obras acabaram, ele teria recebido apenas R$ 4,5 mil do total de R$ 6.130,00 que custaram os serviços de sua equipe. Para receber a diferença de R$ 1.630,00, Pereira diz que está disposto a permanecer no local o tempo que for necessário. “Sou de Americana e já vim até Bauru três vezes para tentar resolver o problema. Agora, não saio daqui enquanto não pagarem o que me devemâ€, afirma o trabalhador.