09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

"Futebolístico Brasimundial"


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O futebol político brasileiro-mundial é o que mais se projeta e se destaca no cenário esportivo internacional, que entrelaça países do mundo inteiro, ávidos para se ombrearem com o verde-amarelinho do “agüenta, Felipe”. Fá-lo com a categoria que lhe é inata, com o brilhantismo que lhe é peculiar e inconfundível, seguindo a regra democrática, digo democracia pragmática, padronizada pelo Tio Sam. E, ao lembrá-lo, acrescento: coitado, meteu-se numa luta difícil contra o quase impossível, senão impossível, de acabar com algo que se faz presente em tudo, o terrorismo, cujo terror, pelo sistema de governar, ou melhor, no orbe das governanças, tanto pode ser ostensivo, como também oculto, inclusive presente em muitas religiões e crenças, sendo que antigamente matavam até sem intermediários.

Tio Sam pelo visto, em sua luta nominadamente contra o terrorismo, parece ter assumido o encargo e a responsabilidade de fazer com que seja cumprido o que preceitua uma certa nova norma para o mundo em trânsito, sem que fuja à mão única de direção. A se fazer cumprir tal norma, através da razão da força, em detrimento da força da razão, algo deverá ser lembrado sempre como bússola, aquela frase de Roosevelt de 1940: “Nobody can destroy us, except ourselves”. (Abdnor Maluf)