Tem aquela do menino que foi pela primeira vez ao enterro com a mãe. Escutou os discursos, atento, e ficou muito impressionado. Chegando em casa foi para o quarto e dali a pouco voltou para perto da mãe, meio assustado:
- Mãe, é verdade aquele negócio de nascer do pó e voltar a ser pó depois que morre?
- É sim, meu filho.
- Então, mãe, lá debaixo da minha cama tem alguém que está pra nascer ou já morreu.
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Pela centésima vez, a mulher do circo estava remendando os fundilhos da calça do marido que era engolidor de espadas:
- Já te pedi mil vezes para não engolir espadas tão compridas!
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Fazia muito frio em São Paulo, ventava, estava úmido. Aí, entra uma mulher pequenininha, bem baixinha mesmo, procura o médico e se queixa:
- Não sei o que tenho, doutor, mas toda vez que chove assim, que faz frio e fica úmido como hoje, eu sinto uma dor aqui no alto da perna. E quanto mais eu ando, mais dói. O médico examina e busca o bisturi.
- Mas doutor, o senhor não vai nem me anestesiar?
- Não é preciso - diz o médico. E realmente em dois minutos conclui a operação. A mulher levanta, dá uns passos pela sala e diz:
- Maravilha, doutor! Isso é um milagre! Como fez para eu sarar tão depressa?
- Cortei dois centímetros do cano de suas botas.