10 de julho de 2026
Política

Nilson se isenta de dívidas geradas no período de Izzo

Nélson Gonçalves
| Tempo de leitura: 1 min

Outro argumento a ser reiterado por Nilson Costa na votação das contas de 1998 é o de que não contribuiu para o aumento do endividamento durante os três meses em que comandou a cidade naquela oportunidade. Apesar disso, em pelo menos um item a desobediência da lei se estende a Izzo e Nilson: o não repasse da cota patronal do extinto Serviço de Previdência dos Municipiários (Seprem). Neste ponto, ambos erraram.

Todavia, Nilson pretende demonstrar que não agravou a situação financeira da prefeitura no período em que esteve no cargo. A defesa faz uma abordagem prévia citando que de setembro a novembro de 98 a administração arrecadou R$ 28.391.322,53 e gastou R$ 28.211.559,29. “O que demonstra que gastou menos que a arrecadação que tinha disponível. O prefeito nesse curto espaço de tempo não exorbitou nos gastos, mas apenas cuidou de manter a administração funcionando”, cita o relatório de Mandaliti.

A defesa combate que os atos de endividamento do município não ocorreram no período em que Nilson assumiu, mas anteriormente. Ele também quer demonstrar aos vereadores que a dívida não cresceu na fase transitória. “O déficit financeiro veio de administrações anteriores. A administração viveu um clima de insegurança, o pagamento dos funcionários estava atrasado, o município altamente endividado e com fornecedores recusando-se a entregar materiais”, reforça.