• ‘Bom de Bola’
O programa Bom de Nota, Bom de Bola, de autoria do vereador Paulo Eduardo Martins Neto (PFL), aprovado por unanimidade na sessão da última segunda-feira, suscitou novas críticas contra o secretário municipal de Esportes e Lazer, José Roberto Franco, o Sapé. Para os vereadores, Sapé ainda está na marca do pênalti.
• Memória 1
O vereador Renato Purini (PV) usou a tribuna da Câmara Municipal para fazer exercício de memória política. Ele lembrou que a iluminação pública a ser instalada na Rondon é uma reivindicação antiga de seu pai, Roberto Purini. A benfeitoria foi comentada no último sábado pelo secretário estadual de Transportes, Michael Zeitlin.
• Memória 2
Purininho mostrou um ofício encaminhado à CPFL em 1997, onde a empresa informou investimento para a benfeitoria. Entre a instalação de 430 postes de concreto e as luminárias e lâmpadas que integram o projeto de iluminação ornamental, serão investidos mais de R$ 2 milhões.
• Poste caolho
Já Faria Neto (PDT) cobrou da CPFL um virtual prejuízo assumido pelos munícipes, via prefeitura. Segundo o vereador, os cidadãos, através da prefeitura, pagam por bico de luz mesmo na ausência de lâmpadas. Se o vereador estiver certo, a prefeitura joga dinheiro fora ao pagar um alto valor por postes caolhos.
• Caso de polícia
Após solicitar informações sobre manutenções realizadas em poços profundos, o vereador Clemente Rezende (PSB) foi informado pelo DAE que a autarquia não realiza reparos há um ano. Diante do dado, a compra de motores e a locação de guindaste publicadas outro dia no Diário Oficial foram questionadas pelo vereador.
• ‘Grupelho’
Para ele, ou os técnicos não sabem o que significa manutenção ou as informações são no mínimo contraditórias. Na opinião de José Clemente, o DAE é “caso de polícia†e está sendo dominado por um “grupelhoâ€. Rezente tem sido o mais contundente dos críticos da atual administração.
• Privatização
O presidente do DAE, Luiz Augusto de Castro, conheceu ontem, em Jundiaí, o sistema de tratamento de esgoto terceirizado. A prefeitura licitou a construção e manutenção do tratamento. Os consumidores residenciais de lá tiveram um acréscimo de R$ 0,56 por metro cúbico de água consumida no mês para financiar a estação. Sem dinheiro, o DAE estuda uma fórmula parecida aqui.
• Diferenças
Jundiaí tem sensíveis diferenças com relação a Bauru, a começar pelo orçamento. Lá, o prefeito tucano Miguel Haddad tem à sua disposição R$ 350 milhões ao ano, na administração direta. O DAE de lá gera mais R$ 42 milhões. Aqui, o orçamento geral deve ficar em R$ 141 milhões em 2002. Jundiaí tem garis por toda a parte, nas avenidas, praças, etc. A limpeza e a coleta de lixo são terceirizadas.
• Comando
O vereador Leandro Martins está comandando o PT do B na cidade, embora continue filiado e deseje prosseguir no PPS. É que o partido estava à deriva por aqui, segundo um integrante do comando estadual da legenda. O advogado Carlos Sandrin não estaria gozando de prestígio no diretório estadual.