10 de julho de 2026
Esportes

Amanhã, Barbosa chega a 300 jogos no comando das seleções brasileiras

Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

O técnico Antonio Carlos Barbosa completa amanhã, às 12h, na partida entre Brasil e Argentina, em Americana, a marca de 300 jogos no comando das seleções brasileiras femininas (cadete, juvenil, sub-21 e adulta). A TV Bandeirantes transmite o jogo ao vivo.

Aos 57 anos, esse paulista de Bauru assumiu pela primeira vez a Seleção Brasileira em 1976 e lançou jogadoras que entraram para a história do basquete mundial como Paula, Hortência, Marta, Vânia Hernandez, Vânia Teixeira, Branca, entre outras.

Desde que voltou a dirigir a Seleção Brasileira Feminina juvenil (1996) e a adulta (1997), todas as equipes comandadas por Barbosa ficaram entre as quatro primeiras do mundo.

“Assumi, em 1997, uma seleção campeã mundial e vice-olímpica. Minha meta sempre foi manter o Brasil na posição de destaque que ocupava. E acho que foi o grande mérito do basquete feminino nos últimos cinco anos. Conseguimos permanecer entre as quatro melhores equipes em todas as competições, ficando fora do pódio apenas duas vezes”, comenta o técnico.

Barbosa refere-se ao Mundial da Alemanha, em 98, e ao Pan-Americano de Winnipeg, em 99. O Brasil terminou ambos em quarto lugar.

“Somente em Sydney, onde fomos medalhistas olímpicos, jogamos com a equipe completa. Nas outras competições sempre tivemos desfalques, como na Copa América de São Luís, e conseguimos nos manter na elite. Isso mostra que contamos com uma geração muito boa que vem evoluindo bastante”, complenta o treinador.

Segundo o site da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Barbosa se define como “um homem que procura agir de modo correto para ser respeitado pelo meu semelhante. Em todas as minhas ações, busco honestidade e transparência, tentando ser o mais humano possível, respeitando o próximo com suas qualidades e defeitos.”

Ainda segundo a CBB, o treinador se considera um lutador. “Comecei do nada. Tive que achar meu caminho como treinador, já que não fui um grande atleta. Tive pessoas que me ajudaram e foram grandes exemplos. Fui construindo meu caminho e minhas convicções, com erros e acertos”, avaliou.