08 de julho de 2026
Política

Câmara concede título hoje à noite a Herrmann

Gilmar Dias
| Tempo de leitura: 2 min

O deputado federal João Herrmann Neto (PPS) receberá hoje da Câmara Municipal o título de “Cidadão Bauruense”. A iniciativa da honraria é do vereador Osvaldo Paquito (PPS). A cerimônia está agendada para começar às 20h.

Herrmann é engenheiro agrônomo. Ele é natural de Campinas, nascido em 7 de março de 1946.

Casado com Jussara Bressan Neptune Herrmann, é pai de cinco filhos e avô de seis netos. Iniciou sua trajetória política como presidente do Centro Acadêmico Luiz de Queiroz da Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz (Esalq), em 1967.

Dez anos depois, elegeu-se prefeito de Piracicaba, cidade que governou de 1977 a 1982. Desempenhou o mandato de deputado federal de 1983 a 1987. Foi deputado constituinte de 1987 a 1991 e recebeu nota dez do Departamento Intersindical de Avaliação Parlamentar (Diap).

Em 1990, foi candidato a vice governador do Esstado de São Paulo. Presidiu a comissão organizadora regional do PPS do Estado de São Paulo.

Desempenhou função na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados de 1983 a 1990. Também candidatou-se ao Senado pelo PPS na coligação Frente Brasil Popular, em 1994.

Integrou missões oficiais do Brasil em viagens a antiga União das Repúblicas Socialista Soviéticas (URSS), Alemanha, Nicarágua, Alemanha Federal, República de Cuba, República Árabe Saharauy Democrática, Argélia, Uruguai, Argentina, Espanha, entre outras.

Em 1989 foi coordenador, ao lado de Plínio de Arruda Sampaio e Haroldo Lima, da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República.

No governo de Fernando Collor de Mello, exerceu oposição. Foi co-autor do processo que resultou na sua cassação. Em seguida, Herrmann se dispõe ao lado do então deputado Roberto Freire a criar uma nova formação política no Brasil, fundando ao lado de poucos fiéis companheiros o PPS.

Sua trajetória no Congresso Nacional é marcada pela oposição ao governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, a quem acusa de traição aos princípios de um governo democrático e social.

Como um dos líderes da oposição, articulou a CPI da Corrupção abortada pela base do governo.