09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Ao Ilmo Sr. Ministro das Minas e Energia


| Tempo de leitura: 2 min

Em primeiro lugar, peço-lhe licença para dirigir-me ao Ilmo. sr. ministro.

Prezado ministro, hoje, dia 4 de setembro de 2002, completam três meses que foi suprimida minha energia elétrica, por falta de pagamento. Como uma pessoa do bem, já procurei vários órgãos que possam me dar condições de pagamento conforme minhas condições.

Mas até o presente momento não fui atendido. Gostaria de saber sobre os danos da geladeira elétrica e eletrodomésticos, quem irá se responsabilizar?

Já fiz vários contatos telefônicos, na Aneel, CPFL, e na Moreal, cuja empresa presta serviços de cobrança para CPFL. O meu valor hoje gira em torno de R$ 394,00, mas eles insistem em receber da maneira deles, impondo, mas do outro lado não sabem se minha situação financeira atende o sistema que eles impõem.

Está assim minha situação. Se eu fizer uma ligação clandestina, automaticamente serei taxado como ladrão. Quero pagar, pois contraí a dívida, mas eles não me dão condições. Só para a Moreal, foram enviados dois fax expondo minhas condições.

Para a CPFL de Campinas-SP já estou esgotado de ligar, e não tenho êxito, conforme um dos documentos de reclamação, n.º 114.498-18, na pessoa de Selma Marino, dia 3 de setembro de 2002 às 9h da manhã.

Mas antes liguei na Aneel e uma funcionária e um funcionário, que não quiseram se identificar, disseram que o ministro das Minas e Energia pouco ia se lixar em dar atenção para um brasileiro perdido no meio dos outros.

Ilmo. sr. ministro, se for do jeito que Aneel, CPFL e Moreal, se eu não conseguir um acordo que eles querem, vou ficar em definitivo sem luz. Espero uma posição urgentíssima por parte de sua assessoria de Imprensa ou até mesmo que o Ilmo. sr. ministro me dê uma solução para este caso.

Atenciosamente. (Denir Marques de Souza - RG: 6.263.229)