11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Economia & Negócios

Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 2 min

Ranking

Quatro empresas brasileiras estão no ranking das 50 maiores companhias dos países em desenvolvimento, elaborado pela Unctad (Unctad (Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento). A lista considerou o volume de ativos, empregados e de negócios realizados pelas companhias no ano de 2000.

Brasileiras

A Companhia Vale do Rio Doce aparece na décima posição da relação. Em seguida, entre as brasileiras, está a Petrobras, em 27º lugar. A Gerdau ocupa a 30ª posição e, a Varig, a 42ª. O primeiro lugar das 50 maiores companhias dos países em desenvolvimento é da chinesa Hutchison Whampoa, conglomerado que atua em diversas áreas.

Outros países

Em segundo lugar na classificação está a mineradora mexicana Cemex e, em terceiro, a empresa coreana LG Eletronics. A Petroleos, da Venezuela, ocupa a quarta posição e a Petronas, da Malásia, o quinto lugar no ranking. O levantamento foi divulgado ontem.

Verão

O horário de verão só deverá começar no início de novembro. A informação foi confirmada na noite de ontem pelo ministro de Minas e Energia, Francisco Gomide. Segundo ele, como a situação de folga no suprimento de energia e o regime hidrológico estão favoráveis, neste ano a medida adotada para reduzir a carga no horário de pico e economizar energia deverá vigorar por um período menor que o tradicional.

Horário

O ministro disse que os detalhes sobre que quais estados participarão do horário de verão ainda estão sendo acertados, mas que a mudança nos relógios deverá ocorrer mesmo no primeiro fim-de-semana após o segundo turno das eleições, terminando no início de fevereiro.

Energia

Durante um fórum sobre energia renovável, representantes do governo e líderes da indústria disseram que está na hora de o Brasil relançar o programa do álcool combustível. Contudo, os consumidores precisam ter garantias de que haverá oferta regular a preço competitivo.

Álcool

O Brasil é o maior produtor e exportador mundial de açúcar e álcool combustível. Porém, as tensões no Oriente Médio voltaram a alimentar o temor quanto aos suprimentos de petróleo, resultando na alta dos preços e na renovação do interesse em fontes alternativas de combustíveis.

Incentivos

O primeiro Programa Pró-Álcool brasileiro, concebido na metade da década de 70 para combater a disparada dos preços do petróleo, se desacelerou no final da década seguinte, quando a oferta de álcool combustível produzido com base na cana-de-açúcar caiu drasticamente. No entanto, a produção do carro foi retardada por disputas sobre os incentivos fiscais necessários para cobrir o custo de produção aumentado.

Recorde

Mas segundo o ministro do comércio, indústria e desenvolvimento, Sérgio Amaral, o Brasil estava colhendo uma safra recorde de cana-de-açúcar, a base para a produção do álcool combustível. Agora, a construção de um carro “flexível” em termos de combustível - acionado por álcool, gasolina ou mistura dos dois - no Brasil durante os próximos 18 meses deve oferecer um estímulo adicional.