07 de julho de 2026
Auto Mercado

Editorial


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O Brasil é conhecido em todo o mundo por ser o País do “jeitinho”. Ainda mais quando o objetivo primordial é tentar fazer com que o orçamento doméstico não entre no vermelho no final do mês.

Atualmente, um dos “jeitinhos” mais em moda entre os motoristas nacionais tem sido a adição de grandes quantidades de álcool à gasolina.

Como se já não bastasse o já elevado teor - 25% - do composto presente no combustível comercializado nas redes de postos, uma grande parcela de condutores de automóveis à gasolina tem misturado ainda mais álcool.

Entretanto, o que muitos desconhecem é que a prática, apelidada popularmente de “rabo de galo”, pode causar danos extremamente sérios aos motores dos carros. Assim, a esperada economia na hora de abastecer tem tudo para transformar-se em um pesadelo longo e penoso.

Tal mistura pode afetar uma série de peças, exigindo trocas antecipadas, e diminuir a vida útil dos propulsores. Além disso, colabora para aumentar o consumo e a perda de eficiência e potência dos motores.

Desta forma, é bom pensar até mais de duas vezes antes de optar por esse caminho alternativo para poupar dinheiro. Agindo assim, a longo prazo o barato pode sair caro.

Se a intenção é realmente economizar, o ideal é fazer a conversão de gasolina para álcool. Nessa hora, o importante é procurar as oficinas especializadas no assunto, pois só assim os veículos funcionarão como realmente devem e o investimento acabará valendo a pena.