11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Economia & Negócios

Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 2 min

• Maximídia

Hoje, o segundo dia do 12º Encontro Internacional de Comunicação - Maximídia 2002, que está sendo realizado em São Paulo e do qual o Jornal da Cidade está participando, terá outro ciclo de palestras ministradas por grandes nomes do setor. Entre os temas estão o mapa da mídia no Brasil, competitividade, endividamento, como estabelecer prioridades e estratégias num País tático.

• Etiquetas

Ontem, durante a abertura da feira anual da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que está sendo realizada no Rio de Janriro (RJ), o ministro do Desenvolvimento, Sérgio Amaral, afirmou que quer acabar, até o final do ano, com a obrigatoriedade do etiquetamento individual de preços dos produtos. O setor reivindica o fim dessa prática, mantendo apenas a utilização do código de barras.

• Avanço

Segundo Amaral, a intenção é garantir o direito dos consumidores e não proibir o avanço dos supermercados. Para o ministro, a eliminação do etiquetamento individual pode garantir preços mais baixos a quem compra, já que os valores de venda das mercadorias podem ser modificados com mais agilidade pelos estabelecimentos.

• Custos

A proposta da Abras está sendo analisada pelo ministério em conjunto com a pasta da Justiça. De acordo com o presidente da entidade, José Humberto de Araújo, o etiquetamento individual dos produtos equivale a um custo de 2% do faturamento do setor. Já a implementação do código de barras, a 0,5%.

• Liminar

Em Bauru, uma decisão judicial recente, referente à ação civil pública impetrada pelo procurador da República do Ministério Público Federal (MPF) Pedro de Oliveira Machado, determinou que o Wal-Mart faça a etiquetação individual. Contudo, o caso ainda está em fase de recursos. Outros supermercados, como o Confiança e o Sé, conseguiram suspender temporariamente a mesma determinação com liminares impetradas na Justiça.

• Incubadoras

O Brasil é o terceiro País do mundo e o primeiro da América Latina em número de incubadoras de empresas. Nos últimos cinco anos, o movimento das incubadoras cresceu 220% e os novos empreendedores geraram negócios na ordem de R$ 600 milhões por ano. Os números são de uma pesquisa anual realizada pela Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologia Avançada (Anprotec).

• Empresas

O levantamento da associação contabilizou 234 incubadoras no País, contra 150 registradas em 2001. Atualmente, essas incubadoras estão gerando 1.731 novas empresas. Em Bauru, a incubadora de empresas que foi inaugurada em novembro de 2000, foi fechada no dia 30 de abril deste ano, por não haver quem desse continuidade ao projeto iniciado pela Instituição Toledo do Ensino (ITE) em parceria com o Sebrae.

• Sem parceria

Em abril venceu o prazo máximo que havia sido concedido para que a incubadora ocupasse o prédio onde estava instalada, na quadra 22 da avenida Cruzeiro do Sul. Na ocasião, a ITE deixou de ser parceira do Sebrae por não ser mais classificada como instituição filantrópica. O Sebrae, por sua vez, não teve condições de continuar mantendo o projeto sozinho. No início, 12 microempresários ocupavam salas da incubadora.