08 de julho de 2026
Geral

Comude espera melhor prestação de serviços

Ieda Rodrigues
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O Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (Comude) espera que a terceirização do programa de reabilitação física resulte em melhores serviços.

Francisco Takao Kajino, coordenador geral da entidade, frisa que o SUS é obrigado por lei a distribuir próteses e aparelhos aos portadores de deficiência.

Porém, ressalta Takao, as filas no SUS são longas e o atendimento, em alguns casos, não é o adequado. “Há pessoas que ficam na fila um tempão à espera de uma cadeira de rodas, por exemplo. E quando recebem a cadeira descobrem que não é a indicada para o problema que possuem”, diz.

Para o coordenador geral do Comude, o grande desafio das entidades que terceirizaram o serviço do SUS é atender cada um dos usuários conforme as suas necessidades.

“Agora serão as entidades que vão comprar as próteses e os aparelhos. E esse material tem que ser o indicado a cada um dos usuários”, completa.