10 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Antes o certo que o duvidoso!


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Em aditamento às minhas considerações exaradas nesta coluna em 4/7/02, intituladas “Dos males, o menor”, com alusão à breve troca de governo federal, reitero que é preferível manter a moeda com o grau de estabilidade atual, do que arriscar o retorno daquela extinta inflação desenfreada. O atual governo tem praticamente as mesmas deficiências de inúmeros outros anteriores que sacrificaram o povo durante várias décadas, mas foi a estagnação do salário que fez o comércio baixar os preços, (num adeus aos célebres repasses) originando a maior aliada do consumidor; uma concorrência automática.

É preciso ponderar ainda, que os aumentos de preço que surgiram ultimamente são proporcionais a um período de 10 anos. Um produto que custe agora o dobro do que custava quando FHC assumiu, corresponde ao tempo de 2 mandatos. É fato que muitos produtos estão subindo de preço, mas nem tanto quanto outrora, porque a concorrência os degola. Agora, quem pode economizar, acaba tendo o suficiente para adquirir algo de certo valor. Antes o preço subia muito mais do que era guardado. Assim, é preferível termos a comida, o vestuário popular e o aluguel baratos na mão, do que promessas grátis voando! (Hélio Souza - RG. 2.031.636)