07 de julho de 2026
Entrelinhas

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• Dia decisivo

Amanhã, 207.934 eleitores de Bauru mais 864 mil na região Central do Estado vão às urnas para ajudar o País a alterar seu mapa político. A mudança pode ser maior ou menor. Depende da opinião que o brasileiro formou ao longo de dois meses de campanha intensa.

• Plebiscito

Em todo País são mais de 115 milhões de eleitores e, destes, pouco mais de 25 milhões só no Estado de São Paulo. Em jogo está a manutenção do atual modelo de gestão da economia com reformas ou uma forma de gerir os negócios de Estado que propõe mais soberania e atenção a demandas sociais. Algo como um plebiscito.

• Desafio local

Para Bauru, o grande desafio é aumentar sua representatividade na Assembléia Legislativa e na Câmara Federal. 18 candidatos (10 a federal e 8 a estadual) se propõe a isso. Nas últimas eleições, metade dos votos da cidade foi para candidatos de outras regiões. Vejamos desta vez. Atualmente, temos apenas dois deputados estaduais.

• Suplentes 1

Um leitor do JC ligou para tentar saber quem são os suplentes dos candidatos ao Senado. O motivo é simples. Ele teme que possa votar em um candidato e este, depois, com seu candidato a presidente eleito, possa ir para algum ministério ou cargo de igual importância.

• Suplentes 2

Por isso, quer saber em quem pode estar votando, realmente, para o Senado. Eis os suplentes dos quatro primeiros colocados nas pesquisas de intenção de voto: de Aloizio Mercadante (PT) são o ex-diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, João Vaccari Neto, e o ex-deputado José Baccarin.

• Suplentes 3

Os suplentes de Romeu Tuma (PFL) são Alexandre Thiollier Filho e Alfredo Cotait Neto. Os de Orestes Quércia (PMDB), Sebastião Biazzo e Nildo Masini. Os de José Aníbal (PSDB) são o ex-presidente do TST, Almir Pazzianotto, e o filho do ex-governador Franco Montoro, Ricardo Montoro.

• Acordo

O vereador José Clemente Rezende (PSB) quer saber do prefeito Nilson Costa (PPS) se o acordo para o pagamento da dívida com a CPFL já foi fechado. O pedido de informação foi protocolado ontem na Câmara Municipal e tem a força do artigo 18, ou seja, a administração tem 15 dias para mandar a resposta à Câmara Municipal.

• “Boca aberta”

A cerimônia do protocolo de venda da estação da NOB, ontem, contou com justificativa sui generis de Majô Jandreice (PC do B). Ela não pôde comparecer ao evento porque estava no dentista, “com a boca aberta”, segundo bilhete recebido.

• “Boquiaberta”

Ainda assim, trataram de capitalizar o problema bucal da vereadora, candidata a suplente de Senador na chapa de Wagner Gomes (PC do B): “Majô está boquiaberta com o projeto de revitalização da estação”, brincou Avelino Cortellini Jr., do Grupo Marca.

• Civilidade

O prefeito Nilson Costa (PPS) e o vereador Toninho Garmes (PSDB) deram um exemplo de civilidade durante evento realizado no Poder Legislativo, ontem. Garmes é crítico contumaz da administração municipal e não poupa de citar nominalmente o prefeito. Mesmo assim, os dois se cumprimentaram de maneira cordial.