08 de julho de 2026
Regional

Rapaz é assassinado na rua em Agudos

Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

Agudos - A Polícia Civil está investigando a morte do auxiliar de serviços gerais Júlio César Vaz Paiva, 23 anos. Ele foi foi espancado e morto no final da noite de sexta-feira, em via pública, na Vila Vienense. No local do crime os policiais apreenderam uma pedra pesando cerca de 25 quilos e uma faca que conteriam manchas de sangue.

A pedra e a faca, segundo o delegado adjunto Eron Veríssimo Gimenes, são as supostas armas utilizadas para golpear a vítima. Até ontem, ninguém havia sido identificado como possível autor do homicídio. A vítima, segundo a polícia, apresentava ferimentos na cabeça e perfurações pelo corpo.

De acordo com o delegado, há suspeitas de que mais de uma pessoa tenha participado das agressões que levaram o rapaz à morte. “Estamos atuando em várias linhas de investigação. Não temos ainda, delineado, o motivo real. Somente após isso teremos condições de tipificar melhor o fato”.

O corpo de Paiva foi encontrado na quadra um da rua Divino Jesus, na Vila Vienense. A vítima chegou a ser levada por uma ambulância ao Pronto-Socorro de Agudos, porém, morreu em seguida.

Segundo o delegado Eron, a participação da população nesse tipo de ocorrência pode ajudar no esclarecimento do crime. Como o fato aconteceu provavelmente na rua, é possível que alguém tenha presenciado alguma movimentação ou visto alguém suspeito na área, entende a polícia.

Em casos de pessoas que queiram passar alguma informação para a polícia, o delegado informa que a linha telefônica disponível é a (14) 3261-1101. “As informações serão mantidas em sigilo assim como a identidade do autor da denúncia.” explicou o delegado.

O delegado esteve no local do crime na noite de sexta-feira e determinou a apreensão da pedra com manchas de sangue. Não se sabe exatamente como ela foi usada para ferir a vítima. Eron disse que ontem de manhã retornou ao local com uma equipe de investigação e localizou a faca.

O homicídio está sendo investigado em inquérito policial o que, na opinião do delegado Eron, é a melhor forma de se apurar um crime.