08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Brasil em pânico


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Nas principais ruas das grandes cidades brasileiras vemos sempre um corre-corre, e a polícia age sempre com razão. No Rio, as manifestações são constantes, mesmo aqueles que vão em busca de inscrições para dar entrada de seus documentos, com a finalidade de prestarem um concurso público. Assim que receberam ordens para parar com as inscrições, houve gritarias, muitos recebidos com cassetetes, alguns feridos. Percebe-se que o povo está sempre alterado, nervoso e a política tem que fazer valer a ordem, por isso houve muita gente ferida. A miséria intelectual é tanta das classes menos favorecidas que vão em busca de melhores salários, na esperança de realizarem algum sonho, principalmente o sonho da casa própria. No Brasil não dá para ser equilibrado, aqui tudo gera violência. O bandido dita ordens e temos que cumpri-las. Suas armas são sempre de grande porte, como metralhadora. Na política tínhamos quatro disputando a Presidência, mas não dá para apontar o melhor, são todos iguais.

O presidente, quando dirige suas palavras, sempre os professores são incompetentes, e só em pensarmos que a alfabetização está atrasada por culpa deste governo, só nós reconhecemos esta realidade. Não vamos e nem podemos dar culpa ao professor, aluno passa sem saber, são ordens que vêm lá de cima. O que será deste país no futuro se hoje já vemos um grande atraso no ensino? Em tempos passados não se via passar aluno sem saber, pelo contrário, muitos ficavam por um décimo, mas havia mesmo uma grande disciplina, muita ordem, o diretor da escola impunha, sabia ditar regras, e o aluno era um cordeirinho, e hoje, sabe como são?

Hoje vão à escola para fazer anarquia, baderna, e há os vi ciados em maconha ou outra droga. Há alunos que vão a aula, mas que aula? Baderna? Chamam o professor assim: ô, você aí... É esta a educação de muitos alunos de pais separados e alcoólatras. Na certa não podemos generalizar a coisa, pois há, sim, alunos que recebem uma boa orientação de seus pais, mesmo os separados. Mas que está feio, tá, heim? Tudo isso ocorreu porque um dos alunos baderneiros foi chamado à atenção pelo professor, e o mesmo respondeu: "Ah, professor, eu sou revoltado mesmo, hoje eu até bati na minha mãe". Ela faz compras e só se vê descer caixas de bebidas. Mantimentos e outras coisas para a alimentação, quase não se vê, é só cerveja e mais cerveja. Vejam só que mãe, heim? E assim há muitas, como pais também. Deixo aqui uma mensagem. Peço a estes pais para deixarem o vício e lembrar mais de educar seus filhos dentro de uma boa religião, assim como freqüentar a Igreja Universal do Reino de Deus. (Áurea de Araújo Oliveira - RG: 2.199.637)