Adrielle S. Yogui tem 9 anos e faz a 3.ª série. Ela enviou um recadinho para a turma do JC Criança: "Nós não devemos jogar lixo na rua, porque lixo é no lixo. Tá bom?"
Legal, Adrielle. Muito importante a sua observação. Agora, como temperatura está elevada, vêm as chuvas e encontram os bueiros lotados de lixo. O que acontence? Enchente na certa! Um beijo!
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Viagem
A vida, a morte A ida, a volta Ir à praia Sair do mundo, até do planeta da cidade, do país Viajar no sonho Até a vida acabar e a viagem também!
Esta poesia foi enviada pela Letícia Lambertini Clemente Pereira, que faz a 3.ª série C na escola “Prof. Antônio Xavier de Mendonça†com a professora Jenny.
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Um grito de cidadania
Cidadania! Nome bonito para se falar Mas é mais bonito se praticar Se é um cidadão Preste atenção Viva com o coração Não! Com a mente, não! Ela fica dominando Você não sabe mais o que está fazendo Fica por aí em desalento Acorde! Levante para a vida! Ficando desse jeito não achará uma saída
É a peça chave para essa cidade Faça alguma coisa Vá se divertir Conversar, estudar Prestar vestibular E aí passar Vibrar, sorrir Chorar, se emocionar Respeitar Ser cidadão Ajudar um “irmão†Assim, terá cidadania Ou, então, o que seria Estar com alegria Ajudando a cidade A crescer, virar nação? O quê? Foi sonho? Mas isso pode se tornar A mais bela verdade Imaginem, liberdade! De poder sair na rua Com um sorriso no rosto Para ir trabalhar, estudar, Passear, vender pipoca, Gelinho ou Coca-cola Ei, você, não me enrola Quero o dinheiro agora! O outro não queria pagar Então, o primeiro puxou a arma do bolso Dizendo que iria atirar! Oh! Dura realidade! Não se pode mais andar pela cidade Cadê a tal cidadania? Foi esquecida, de novo, em qualquer canto Mas se algum ser digno achá-la Que guarde bem em seu coração Para que ela não seja roubada Pois se isso acontecer O mundo ficará na escuridão Apesar de ele já estar se apagando Ainda há uma luz no fim do túnel E essa luz é você, cidadão!(Natália Marques Zen tem 13 anos e enviou esta poesia por e-mail)