Cerveja com feijoada, carnes vermelhas com vinho encorpado, presunto defumado com jerez espanhol e frango com vinho branco. É difícil a combinação perfeita da bebida com a comida. Mas essa preocupação se esvai quando a água é oferecida no banquete. Pura ou em suco.
O líquido responsável pela recuperação de muita gente, como a ex-alcoólatra assumida Angela Rô Rô, está ganhando cada vez mais pontos em todo o mundo. E um mercado promissor pela frente. Tanto assim que empresas renomadas do ramo alimentício estão entrando neste novo segmento, lançando em conjunto com tradicionais exploradores, águas minerais dotadas de componentes comprovadamente benéficos à saúde. A diferença entre água mineral e mineralizada diz respeito à fonte. Enquanto a primeira leva anos para chegar à mesa do consumidor, a mineralizada é obtida através da água comum, enriquecida de minerais em laboratório.
A água mineral tem anos de história. A Acqua, por exemplo, lançamento da Sadia e da centenária Ouro Fino, de Campo Largo, Paraná, antes de chegar ao seu copo, percorreu o subterrâneo por 16 anos. Há outras muito mais antigas, como a preferida das estrelas do cinema, a San Pellegrino. Essa água foi descoberta pelos romanos e hoje faz parte do estilo dos italianos. Não há um restaurante que se preze que não a exiba ao lado de pratos requintados.
Elton John, Madonna, Sylvester Stallone, Elizabeth Taylor e outros que tais exigem a dita cuja em seus camarins. Pura, com limão, morango, laranja, etc e tal. Caso contrário, não assinam contratos. Assim como as boas marcas nacionais, a San Pellegrino tem quantidades equilibradas de sais minerais, como cálcio, magnésio, flúor, sulfatos e outros componentes.É leve, bacteriologicamente pura e se consumida durante as refeições estimula a digestão e facilita a absorção de nutrientes.
Calmas e tranqüilas
As águas minerais são divididas em calmas e tranqüilas. As primeiras não têm gás carbônico. As outras possuem o gás vindo diretamente do solo (no caso da San Pellegrino) ou adicionado pelo homem, em suas garrafas.
Como a água mineral se forma com as chuvas que penetram no solo e fincam-se em camadas profundas, as propriedades minerais diferem de uma marca para outra. O solo, o subsolo, as nascentes e até mesmo as condições ecológicas do parque onde fica sua fonte são determinantes. Por isso que a Prata não é igual a São Lourenço, nem tão pouco a francesa Perrier, da Pedras Salgadas, de Portugal.
As características minerais dominantes em cada tipo de água é que definirão qual a mais indicada para aquele específico problema de saúde.
Importadas
• San Pellegrino (Itália)
O gás carbônico presente nesta água vem diretamente do solo. É comprovadamente digestiva, leve e possui quantidades equilibradas de cálcio, magnésio, flúor, sulfatos e outros componentes.
• Perrier (França)
É bastante eferves-cente. Especial para quando se está com muita sede. É leve, tem boa acidez e gás carbônico natural, da fonte.
• Pedras Salgadas (Portugal)
Seu gás carbônico também é natural. É rica em bicarbonato e sódio, combatendo a acidez digestiva e o ácido úrico. Como diz o nome é mesmo levemente salgada.
• Evian (França)
Não tem gás (nem natural, nem introduzido). É considerada pelos “experts†mais pesada do que a Perrier, mas ideal para ser consumida em qualquer ocasião.
Brasileiras
• Prata (Águas da Prata, SP)
É uma das melhores águas brasileiras. Possui bicarbonatos recomendados para quem tem problemas digestivos. No passado era vendida em farmácias como remédio para má digestão. Assim como a Pedras Salgadas, de Portugal, é levemente salgada.
• Minalba (Campos do Jordão)
Não tem gás. É radioativa na fonte, equilibrada em sais minerais, tem boa acidez e corpo leve.
• Acqua Sadia (Campo Largo - Paraná)
É uma água alcalino terrosa, composta de bicarbonato de cálcio e magnésio. Possui propriedades que atuam na reposição desses minerais de vital importância na fortificação dos ossos, auxiliando no combate à osteoporose e fortalecimento do coração.
• Indaiá (São Paulo)
É bastante leve, ideal para ser consumida a qualquer hora do dia. É rica em bicarbonato, equilibrada em minerais, indo bem sozinha ou em refeições.
• Lindoya - Águas de Lindóia (São Paulo)
Deve ser bebida bem gelada, pois é um pouco pesada, segundo os “expertsâ€. Tem bastante gás. Ideal para ser bebida antes ou depois das refeições.
• Levíssima
É mesmo levíssima e deixa um ligeiro amargor no final. Especial para atletas, trekking e caminhadas.
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Gás não engorda
É lenda a história de que água com gás engorda. Água, com ou sem gás, não tem calorias e, portanto, não pesa na balança. Ao contrário, a água favorece a perda de gordura e tem mais uma: o gás carbônico na água elimina possíveis coliformes que possam surgir junto a fontes sujeitas a impurezas.
Coquetel de frutas
• 2 xícaras (chá) de suco de melão
• 2 xícaras (chá) de suco de melancia
• 2 xícaras (chá) de champanhe
• Água à vontade
Coloque os sucos, o champanhe, o açúcar (ou adoçante) e a água em uma jarra e misture bem.
Suco de beterraba com maracujá
• 2 beterrabas
• 1 maracujá
• 4 colheres (sopa) de açúcar mascavo
• 1 litro de água
Bater no liqüidificador a beterraba, a polpa de maracujá e o açúcar, por mais ou menos dois minutos. Servir gelado ou bem fresquinho.
Suco rosado
• 2 xícaras (chá) de suco de laranja
• 2 xícaras (chá) de polpa de morango
• 2 xícaras (chá) de soda limonada light
• Água e gelo a gosto
Bata os ingredientes no liqüidificador e sirva em copos enfeitados com morangos inteiros e folhas de hortelã
Suco de abacaxi com hortelã
• 1 abacaxi
• 1 xícara (chá) de folhas de hortelã
• 3 colheres (sopa) de açúcar mascavo
• 1 cravo-da-índia
• 1 litro de água
Bater todos os ingredientes no liqüidificador por um minuto. servir gelado ou bem fresquinho.
Suco de melancia
• 6 fatias grandes de polpa de melancia
• 2 xícaras (chá) de água
• Açúcar
Bater todos os ingredientes no liquidificador e servir gelado ou bem fresquinho.
Suco de alfafa com maçã
• 3 xícaras (chá) de alfafa
• 3 maçãs (com ou sem casca)
• 3 colheres (sopa) de açúcar mascavo
• 1 litro de água
Bater todos os ingredientes no liqüidificador e servir gelado.