• Comércio
A Associação das Empresas do Calçadão (AEC) e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) têm reunião marcada para a próxima segunda-feira, dia 28. O objetivo é tratar de assuntos relacionados às festividades do comércio de Bauru para o final do ano, em função do Natal. Sobre possíveis promoções que possam vir a ser realizadas, nenhum dos dois órgãos do comério deu pistas, ainda.
• Decoração
O presidente da AEC, Francisco Alberto De Bernardis (o Kiko) adiantou à colunista que na reunião desta segunda-feira serão definidos detalhes sobre a decoração de Natal do Calçadão da Batista de Carvalho. “Sobre outros temas, como promoções e horário especial de funcionamento do comércio, nós não iremos tratar nessa reuniãoâ€, afirmou ao JC.
• Expectativas
Em outra ocasião, o presidente da CDL, Sérgio Evandro do Amaral Motta, garantiu à reportagem do Jornal da Cidade que a decoração de Natal deste ano no Calçadão será “bem melhor†que a de igual período do ano passado. Em função do difícil cenário econômico pelo qual atravessa o País, as expectativas de lojistas para este final de ano não são tão otimistas quanto em 2001. Mas também há quem já está fazendo previsões de superar as vendas de dezembro em até 30% sobre o mesmo período do ano passado.
• Coluna
E por falar em comércio, amanhã a CDL lançará sua coluna no Jornal da Cidade. Inicialmente a publicação será semanal, mas já existe projeto para sua veiculação semanal. Entre outros temas, a coluna abordará assuntos relacionados a promoções realizadas pelo comércio, o que já incluirá os projetos para o Natal 2002.
• Negócios
Mudando de assunto. Se a opção por um check-up é o caminho para reduzir as dificuldades do negócio, a guinada definitiva depende também de outros elementos, como treinamento de pessoal e mudança de cultura. Consultores especializados em investigação de fraudes são unânimes em afirma que uma empresa que vivencia uma situação de fraude após crescer de forma desordenada precisa reeducar seus funcionários a não pensar que é fácil roubar.
• Equilíbrio
Para Ricardo Rodil, 56, diretor da Villas Rodil Gorioux Faro, otimizar as finanças vai além de elaborar um projeto que proporcione o equilíbrio entre faturamento e despesas. “O empresário precisa perceber que os registros de contabilidade oferecem informações importantes para conhecer melhor o negócio. Para tanto, uma cultura de controle deve ser difundida na companhiaâ€, diz o especialista.
• Soluções
Nos projetos com soluções tecnológicas, o treinamento do pessoal é outra premissa básica. Mudar as práticas de contratação a fim de evitar gastos com ações trabalhistas é outra política que encontra resistência. “O uso indevido do contrato temporário é uma prática muito comum no mercadoâ€, diz a especialista em direito trabalhista Glauce Vistochi Santos, da Freire Advogados & Associados. De acordo com a legislação, trabalho temporário só pode durar, no máximo, 180 dias.
• Indefinição
A falta de definição de cargos e de responsabilidades, comum nas pequenas e médias empresas, é outra prática a ser combatida. As pessoas não devem trabalhar em esquema de mutirão, sem atribuições bem definidas. Segundo especialistas, como a média empresa não possui muitos funcionários, é preciso conquistar os bons oferecendo, por exemplo, um plano de associação. Caso contrário, é grande o risco de perdê-los para os concorrentes maiores, comprometendo o bom funcionamento do processo.