• Negócios
Hoje à noite, a empresa Frango Sertanejo realizará um coquetel para imprensa e convidados num estande montado no Recinto Mello Moraes. A empresa está participando da Grand Expo Bauru 2002 como patrocinadora de uma emissora de TV, e pretende fomentar novos negócios na cidade. Segundo a assessoria de imprensa da companhia, entre as oportunidades que a Frango Sertanjo vislumbra está a de estreitar os laços com os supermercadistas que atuam em Bauru.
• Micro
As micro e pequenas empresas brasileiras querem fortalecer suas relações comerciais no Mercosul. O primeiro passo rumo a esse objetivo foi dado durante o 1º Encontro das Micro e Pequenas Empresas do Mercosul, realizado em Curitiba (PR). Nesse evento, pela primeira vez foram reunidos representantes das micro e pequenas do Brasil, Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai e Bolívia.
• Comunidade
De acordo com informações do Movimento Nacional das Micro e Pequenas Empresas do Brasil (Monampe) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o objetivo é criar uma grande comunidade de micro e pequenas empresas no âmbito do Mercosul. A idéia central do encontro é lançar as bases para uma cooperação efetiva entre as entidades representativas do setor nos países do Mercosul.
• Sócios
O presidente do Monampe, Ercílio Santinoni, disse que chegou a hora dos pequenos empresários sul-americanos se reconhecerem como irmãos e sócios. Segundo ele, inicialmente o movimento se empenhará para a construção de um banco de dados do setor nos vários países. O projeto servirá para saber o que produzem os empresários dos países do bloco e para que eles também saibam o que se produz no Brasil.
• Intercâmbio
Além disso, também de acordo com Santioni, o intercâmbio de informações pode facilitar os trâmites de importação e exportação entre os países. Se uma pequena empresa brasileira quer exportar para a Argentina, por exemplo, é necessário saber o que prevê a legislação daquele país para o seu produto. Somente no Brasil, as micro e pequenas empresas representam um contingente de 4,5 milhões de empresas, que contribuem com 20% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
• Poder aquisitivo
De olho na queda do poder aquisitivo brasileiro, empresários do setor de confecções infantis estão reinventando o conceito de vender roupas para crianças e trocando as caras peças de grife por opções que conciliam qualidade e preço em conta. Em São Paulo, uma estratégia interessante foi adotada por uma rede que administra três lojas deste setor. A rede oferece peças de marcas famosas por preços entre R$ 3,00 e R$ 29,00. A idéia deu tão certo que a saída é de 5.000 a 8.000 itens por mês.
• Custos
Em outra loja, a fabricação própria é o que garante preços reduzidos. Para garantir a qualidade, são utilizados tecidos de alto padrão, como por exemplo, as flanelas fabricadas no sul do País. A empresa já planeja expandir suas atividade para Campos do Jordão. Consultores do Sebrae afirmam que iniciativas assim, como a da redução de custos, são totalmente adequadas ao momento econômico nacional.
• Estratégias
Diante da crise, é preciso rever a estratégia de produto. Mas o preço não é o único atrativo. O lojista deve se preocupar com a qualidade e com o padrão de atendimento. A estratégia da redução de custos tem dado tão certo que até mesmo em shoppings centers da Capital paulista vem sendo adotada. Uma grande empresa do setor de confecções infantis, que possui sete lojas em São Paulo, adotou preços a partir de R$ 4,99 para manter o volume mensal de vendas de até 5.000 peças em cada unidade.