Peço licença para também assinar a carta enviada à essa Tribuna por Virginia Maria Bertoti – JC 14-11 -, que não tenho o prazer de conhecer.
Tem toda razão. O que parece estarmos “antevendo†a partir do próximo ano é um governo totalmente voltado para fazer filantropias. Tomara eu esteja errada. Como disse aquela missivista, com tantos auxílios através de bolsas (escola, gás, etc.) o pobre estará sendo estimulado a viver parasitado e a ter mais (vales) filhos.
Não será por aí que se construirá uma Nação forte, com o povo (nele incluído todas as classes sociais) trabalhando, dignamente remunerado.
Quais os reais projetos para criação de empregos e de melhoria na educação do governo Lula ?! Parem, por favor, de tanto falar em matar a fome do pobre. Cansou! Que se proporcione a esse pobre meios para que ele saia dessa condição e sinta o orgulho de ter um trabalho que lhe proporcione viver com honradez, não necessitando de “esmolas†governamentais.
A minha geração (nos dourados anos 50) estudou em escolas públicas e leváva-mos nossas lancheiras recheadas com alimentos que nossos pais compravam com o fruto do trabalho. E era com esse trabalho que eles comprovam nossos livros, uniformes e ainda juntavam dinheiro para construírem suas casas.
Não será “matando a fome†do pobre que o Brasil será o gigante cantado em seu Hino. (Alzira Garcia – RG 2.428.990)