• Leilão
A partir das 14h do próximo dia 14 de dezembro será realizado na agência Bauru da Caixa Econômica Federal (CEF) o segundo e último Leilão Público de Imóveis. Segundo informa a assessoria de imprensa do Escritório de Negócios da CEF em Bauru, dois imóveis da cidade serão levados a leilão. Um deles está localizado na rua Sete, nº 1-138 (Jardim Nova Bauru), que começará com lance mínimo de R$ 12,4 mil.
• Lance mínimo
O outro imóvel que será colocado à venda fica na rua Abílio dos Santos, nº 1-74 (Jardim Celina), com lance mínimo inicial de R$ 18,18 mil. O leilão será conduzido por um leiloeiro oficial contratado pelo agente fiduciário Companhia Província de Crédito Imobiliário. Os interessados poderão utilizar o saldo da conta vinculada ao FGTS, desde que atendidas as condições legais. Mais informações podem ser obtidas na agência Bauru da CEF, que fica na rua Gustavo Maciel, nº 7-33.
• Colonial
A rede de supermercados Confiança, que se tornou conhecida nacionalmente pelos grandes investimentos feitos em suas três unidades localizadas em Bauru, está lançando mais um projeto inovador para o setor supermercadista na cidade. Trata-se do Café Colonial, que será oferecido todos os domingos - a contar do próximo dia 24 -, das 8h às 11h, na loja Max, situada na avenida Getúlio Vargas.
• Sul
Desta vez, o proprietário da rede Confiança, empresário Jad Zogheib - que já foi chamado de “encantador de clientes†-, está apostando no projeto de oferecer aos clientes uma farta mesa de café da manhã de alto nível, com variedade de pratos, frutas e sucos. O café colonial é uma prática comum na região Sul do País, onde existem várias lojas especializadas nesse segmento e que atraem moradores locais e turistas, principalmente.
• Idéia
De acordo com o gerente de compras da rede Confiança, Paulo Sanches, a empresa já estuda a possibilidade de estender o projeto do Café Colonial na loja Max para dias da semana também. Posteriormente, a idéia poderá ser ampliada na prática com o café da tarde. Esse é mais um exemplo do espírito empreendedor da diretoria da rede genuinamente bauruense.
• À vontade
Pagando uma única vez, as pessoas poderão servir-se à vontade no Café Colonial do Confiança Max. Segundo o gerente Paulo Sanches, ontem, durante o lançamento oficial do projeto, funcionários e clientes do supermercado aprovaram a idéia e elogiaram os pratos servidos durante o café da manhã. As sugestões e observações que eventualmente sejam apresentadas pelos clientes que conhecerem o projeto serão avaliadas pela diretoria da rede.
• Selic
No início da tarde de ontem, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu subir a taxa básica de juros da economia brasileira (Selic) de 21% para 22% ao ano. Analistas avaliam que para conter a escalada da inflação seria necessário um ajuste bem maior. O Copom afirma que decidiu elevar o juro básico devido a preocupações sobre a inflação. A decisão levou a taxa para o nível mais alto da taxa Selic desde junho de 1999.
• Inflação
O Copom justificou que o aumento da expectativa de inflação para 2003 é que motivou a decisão pela alta da Selic, sem adoção de viés. Ao fixar o juro, o Banco Central tenta perseguir a meta de inflação para 2003 - fixada em 4%, com tolerância de 2,5 pontos percentuais. No último encontro, o Copom decidiu mirar inflação de 6% para o próximo ano, reconhecendo que seria impossível ficar no centro da meta sem comprometer em demasia a atividade econômica no País.
• Conservadorismo
O economista, professor e delegado do Conselho Regional de Economia (Corecon), Reinaldo Cafeo, criticou a “falta de criatividade†do Copom ao adotar a alta de 1% da taxa Selic. O economista disse que, com a medida de elevar o juro básico, o Banco Central manteve sua posição “cansativa e conservadoraâ€. “Se juro fosse remédio, estaríamos com deflaçãoâ€, observou Cafeo.