Vida é um exercício diário - disciplinado e determinado - de fé e esperança. Ou não se tem fé, conseqüentemente esperança e tolerância, convivência fraterna, edificante e feliz! E assim não se vive, porque quem tem descrença, medo, desespero, não vive, vegeta! Pior porém que o vegetarismo, enquanto prática ou vida do que vegeta, é a existência e ação destrutiva, predatória do egoísta, de mau caráter e sem escrúpulos, de puro parasitismo social. Longe de ser um cidadão de bem, torna-se um anti-cidadão, porque não é um mal apenas para si, mas para toda a coletividade.
O novo modelo (paradigma) sócio-cultural, político-econômico, a nova civilização de um novo mundo que apontam na direção do socialismo cristão, em futuro próximo, não comportam mais o individualismo e o egoísmo, o personalismo e o sectarismo de qualquer tipo ou forma. Nem o preconceito e/ou a discriminação, quaisquer que sejam! O homem contemporâneo, incomodado e em conflito com seu grau de racionalização e de competição, move-se rapidamente na direção de um nível superior de civilização, onde prevalecem a humanização e a cooperação fraterna, segundo uma ética elevada e uma solidariedade sem reservas e sem fronteiras, coerente e de acordo com a sua verdadeira natureza, origem e destinação, comuns de todos os homens, sem exceção.
Passada a ressaca das últimas eleições e feito o rescaldo pelos partidos, o Partido dos Trabalhadores (PT) e seus aliados ou coligados, ora guindado ao cargo máximo da Nação -, detêm, hoje, cerca de 50% do eleitorado, indo da presidência à vereança, sem olvidar os simpatizantes em todos os estados e camadas sociais.
É o início de um novo ciclo de poder, histórico, com crescimento, pico e natural queda futura, como resultado do desgaste, estagnação e outros fatores combinados, normais, em processo dialético e evolvente. Em alternância saudável e necessária do poder, por isso devida e oportuna. Assim como o que pára, estaciona ou retrocede, a água parada se contamina, degenera; o poder contínuo, em mesmas mãos, se não corrompe (e é raro!), acomoda, esgota, gera o nepotismo, o anacronismo, o autoritarismo ou o afrouxamento da autoridade, a invigilância e outros males. E que Deus inspire, proteja e ampare o Brasil e seus novos governantes! Que tenhamos todos, indistintamente, fé, esperança, além de muito otimismo, determinação e trabalho! (Rubens Colacino - RG: 6.360.282)