11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Economia & Negócios

Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 3 min

• Unimeds

Está marcada para hoje a reunião que será realizada na sede da Confederação das Unimeds do Estado de São Paulo (Confesp), na Capital paulista, e que pode definir o arrendamento do hospital Beneficência Portuguesa de Bauru. O encontro reunirá os presidentes das Unimeds do Estado de São Paulo filiadas à Confesp. Na ocasião será apresentado o projeto de constituição de uma rede hospitalar no Estado, que inclui a possibilidade do arrendamento da unidade bauruense.

• Beneficência

O presidente da Confesp, médico Antonio Alberto de Felício, diz que os presidentes das Unimeds tomarão conhecimento de diagnósticos feitos por uma equipe de trabalho sobre alguns hospitais que podem ser incluídos na rede da confederação. A Beneficência Portuguesa passou por estudos, mas segundo a assessoria de imprensa da Confesp, os resultados não serão divulgados. Felício afirma que o projeto é amplo e envolve outros hospitais no Estado, como em São José do Rio Preto e na Capital.

• Modelo

O presidente da Confesp diz ainda que, caso o arrendamento em Bauru seja efetivado, será colocada em prática a visão holística e sistêmica que a confederação adota em toda sua rede. Dessa forma, deverá ocorrer um redimensionamento nos serviços prestados, o que passará por uma análise crítica profunda para definir o modelo mais eficiente no atendimento aos pacientes e em termos de administração. Recentemente, Felício esteve em Bauru para uma conversa com médicos cooperados da Unimed e representantes da Associação Paulista de Medicina (APM).

• Assembléia

Se os presidentes das Unimeds no Estado aprovarem o possível arrendamento da Beneficência Portuguesa durante a reunião de hoje, a Confesp precisará convocar uma assembléia para que os cooperados digam se aprovam ou não. Pelos prazos legais, isso só poderá ocorrer no início de janeiro. Caso seja aprovado, o contrato com a Beneficência Portuguesa será assinado no final de janeiro ou início de fevereiro de 2003.

• Verão

Se faltou planejamento para aguentar a “seca” de verão ou se você, empresário, simplesmente não se conforma com a queda no faturamento e quer tomar uma atitude, promoções, alterações no mix de produtos e uma mudança no visual do negócio podem ser soluções para enfrentar a crise para alguns setores. O segmento de decoração, por exemplo, é um dos que vê no mês de janeiro a pior época para os negócios.

• Soluções

Para contornar a situação e minimizar as perdas, uma empresa do ramo de decoração situada em São Paulo, chamada Regatta Tecidos, encontrou a solução na estratégia de “agarrar” os clientes pelo bolso: está oferecendo descontos de 10% a 70% em toda sua linha de produtos. Com esse tipo de iniciativa, a empresa aumenta as vendas (em volume de tecidos) em 30%. Contudo, proporcionalmente perde até 30% do faturamento real em comparação com os meses do final do ano.

• Iniciativas

Mas apesar disso, a iniciativa vale a pena. É uma forma de renovar o estoque e de cativar um público diferente, não-habitual. Além disso, os funcionários não caem na ociosidade e, conseqüentemente, não perdem a motivação. Prestadores de serviço também podem dar um jeitinho para não perder o fôlego durante a estação. Além de oferecer descontos, nessa área, o mais interessante é montar pacotes diferenciados.

• Intensivo

A proprietária da escola de italiano Centro Cultural Brasil Itália, Eliana Silvestri Guião, apostou em cursos intensivos como forma de manter parte dos seus alunos em janeiro e fevereiro. Com a proposta de ministrar em cinco semanas o conteúdo de quatro meses de aulas extensivas, ela espera contar com pelo menos 60 alunos durante o verão.