Os competidores saíram da Europa e chegam hoje na Tunísia, na primeira etapa cronometrada na África. A equipe brasileira Petrobras Lubrax aproveitou o tempo ocioso da viagem no Mar Mediterrâneo para traçar as estratégias de corrida no Rally Paris-Dakar 2003.
A caravana da competição, formada por 490 carros, caminhões, motos e veículos de assistência, desembarca às 6hda manhã (3h da madrugada no horário de Brasília) em Tunis, na Tunísia, para a parte mais difícil e temida: o deserto.
André Azevedo, por exemplo, se reuniu com os checos Tomas Tomecek e Mira Martinec, os outros dois integrantes do caminhão Tatra do time brasileiro. “A nossa idéia é tentar poupar ao máximo para não forçar a parte mecânica. Nas três edições anteriores do Dakar o pódio escapou das nossas mãos devido a problemas no caminhão quando estávamos bem posicionadosâ€, relembra Azevedo.
No último Dakar, em janeiro de 2002, o Brasil ficou fora do pódio na categoria caminhão. “Éramos segundo na classificação geral, mas desta vez quebrou uma peça da transmissão dianteiraâ€, afirmou. André, Tomas e Mira perderam muito tempo no deserto para trocar a “cruzeta†e acabaram em décimo na classificação geral.
O rali terá hoje a primeira prova na África, entre Tunis e Tozeur, na Tunísia, com 463 quilômetros no total de 25 cronometrados.
“A especial, que é onde corremos contra o relógio, será a mais curta de todas as previstas na África. Acredito que o rali começa a esquentar a partir de amanhãâ€, declarou. O trecho será entre Tozeur e El Borma, ainda na Tunísia, com 285 quilômetros cronometrados.