• IPVA
Começa a vencer nesta quarta-feira o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2003, de acordo com o algarismo final da placa dos veículos. No dia 8 de janeiro vence o imposto para os veículos de final 1; no dia 9, final 2, e assim sucessivamente, até o dia 21, para os carros cuja placa termina com o número 0 (zero). Quem pagar à vista em janeiro terá desconto de 3,5%.
• Parcelas
Entre os dias 10 e 21 de fevereiro o IPVA poderá ser pago em parcela única, mas sem desconto. Quem preferir poderá optar por pagar em três vezes, sem acréscimo, de janeiro a março. Quem escolher o parcelamento será obrigado a pagar a primeira cota em janeiro. Caso contrário, perde o direito ao parcelamento. As formas de pagamento do imposto e do licenciamento dos veículos são as mesmas que vigoraram em 2001.
• Guia
Para poder quitar o IPVA o contribuinte precisará ter em mãos o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV), no qual consta o código do Renavam. O pagamento poderá ser feito pela Internet, nos bancos 24 horas, nos caixas, nos caixas eletrônicos e por meio de débito agendado. Quem quiser, poderá pagar o imposto com o uso de guia. Para isso, terá de obtê-la no site do governo paulista (www.fazenda.sp.gov.br).
• Seguro
São 23 bancos que recebem o IPVA com guia. Se preferir, o contribuinte pode fazer o licenciamento do veículo quando quita o imposto (em janeiro, em fevereiro ou em março). Segundo informações da Secretaria da Fazenda, o seguro obrigatório deve ser pago em janeiro (para quem quitar o imposto à vista, com desconto), em fevereiro (à vista, sem desconto) ou em março (com a terceira parcela).
• Mercado
Serão necessários 120 dias para que os setores industriais e o varejo revejam as previsões conservadoras de desempenho para 2003. Essa “trégua†será dada até que sinais substanciais sobre os resultados da economia se apresentem, segundo informam líderes de segmentos. Ainda seria necessário aguardar um período para ver como o mercado consumidor reage aos primeiros meses de novo governo.
• Prazo
Esse tempo é necessário para que possam ser feitas avaliações porque pelo desempenho de janeiro e fevereiro não é possível saber muita coisa. É preciso dar mais um ou dois meses para ter maior clareza dos fatos. A cautela é reflexo do fato de que ninguém cresceu o que esperava em 2002. E, para não repetir a dose em 2003, as previsões de expansão são tímidas e só serão revistas mais à frente.
• Crescimento
Há empresários prevendo crescimento zero no próximo ano, em relação a 2002. Setores fortemente exportadores também controlaram o ânimo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), a produção de aço neste ano - se dezembro repetir o mês anterior - não passará de 29,5 mil toneladas, o que representará um crescimento de pouco mais de 6% sobre 2001.
• Produção
Para este ano, analistas de mercado que estudam o setor siderúrgico não acreditam numa produção superior a 30 mil ou 31 mil toneladas - o que resultará num crescimento médio de 3,5% sobre 2002. A produção foi recorde no ano passado e resta saber se em 2003 o mercado externo estará demandando produto. Acredita-se que a produção neste ano fique em torno de 30 mil toneladas, perto do resultado registrado em 2002.
• Veículos
No caso do setor automobilístico, o cenário é bem mais desanimador. A produção de veículos não ultrapassou 1,8 milhão de unidades em 2002, o mesmo número de 2001. A exportação, que deveria atingir US$ 4,5 bilhões como se previa, foi revista para US$ 4 bilhões. O valor é 2% inferior ao alcançado em 2001, segundo informa a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).