• Beleza
Ao contrário da cidade de São Paulo, a “Operação Belezura†iniciada em Bauru pode dar bons resultados se a lei que regulamenta a publicidade na área central da cidade (conforme matéria publicada ontem pelo JC) de fato “pegarâ€. A lei não prevê multa para quem não a cumprir imediatamente, mas é atraente do ponto de vista fiscal. Já que o proprietário de imóvel tem de pagar imposto, é preferível abatê-lo em parte e adequar-se logo à lei.
• Fonte
Se o plano da Comissão de Revitalização da Área Central e da Secretaria do Planejamento der certo, o Centro estará visualmente melhor até o final de 2004. O problema é se o montante de R$ 400 mil em renúncia fiscal para os exercícios de 2003 e 2004 secar logo. Até agora, os proprietários de imóvel e empresários não sabem ao certo quanto custará a reforma nas fachadas.
• Pulverização
Em vista disso, comerciantes do Calçadão estão preocupados com a hipótese de poucas grandes empresas abocanharem o benefício rapidamente em projetos caros, deixando pouco ou nada para as pequenas. O presidente da comissão de revitalização, Walace Garroux Sampaio, afirma que os esforços da equipe serão voltados para a “pulverização†do dinheiro entre as empresas instaladas da área.
• Cooperativa
A palavra-chave para as micro e pequenas empresas hoje é “dinheiro baratoâ€. De olho nisso, as 231 cooperativas de crédito do Estado de São Paulo querem ampliar a concessão de empréstimos a juros baixos. A Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp) acredita que o incentivo a essa atividade será uma das bandeiras do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
• Obstáculos
Micro e pequenas com dinheiro na mão significa aumento na geração de emprego e renda. No entanto, ainda há obstáculos legais para as cooperativas de crédito operarem com mais desenvoltura. O superintendente da Ocesp, Marco Aurelio Fuchida, cita o Banco Central, que restringe o crédito a segmentos muito fechados e o recente veto do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso à MP 66, excluindo as cooperativas de crédito da isenção de PIS e Cofins.
• Juros baixos
Em São Paulo existem 199 cooperativas de crédito mútuo e 32 de crédito rural, que oferecem linhas específicas para a agricultura. As cooperativas de crédito mútuo paulistas emprestaram R$ 404,6 milhões no decorrer de 2002, o que significa incremento 31,64% frente aos R$ 307,3 milhões do ano anterior. Como o objetivo dos cooperados não é lucro, os juros cobrados são bem menores que o geral do mercado.
• Tênis
O Estado da Bahia deverá ter 2 mil novos postos de trabalho em breve. Na última sexta-feira a empresa alemã Adidas anunciou que vai construir uma nova fábrica de calçados no Estado, em local ainda não divulgado pela subsidiária da empresa no Brasil, a Paquetá. A produção da nova unidade deverá elevar de 30% para 70% o número de calçados Adidas nacionais comercializados no Brasil. A intenção da empresa é também exportar para a Argentina.
• Resultados
A Adidas passa por um momento particularmente bom no Brasil, segundo o presidente da empresa no País, Marcelo Ferreira. Em 2002, a Adidas do Brasil faturou 53% a mais do que no ano anterior - o melhor resultado da empresa nos últimos seis anos. Entre 1999 e 2002, as vendas da marca cresceram 225%. Para 2003, a expectativa é de que o faturamento tenha elevação de 40% em relação ao ano passado.
• Unicef
A Telefonica lançou na semana passada uma ação assistencial com recursos destinados ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). A cada R$ 15,00 em DDD e DDI, o cliente terá direito, com mais R$ 3,00, a um boneco do Super 15. A troca poderá ser feita nos supermercados Pão de Açúcar. A empresa garante um mínimo de R$ 200 mil destinado à entidade.