No último dia 13 de dezembro acompanhei minha esposa ao Pronto-Atendimento da Unimed, na Beneficência Portuguesa, no fim da tarde, a fim de que ela pudesse verificar a pressão arterial que estava ligeiramente alterada, dois dias antes, quando de uma consulta feita a seu médico assistente.
Qual não foi a nossa surpresa ao receber da atendente a notícia de que “para verificar a pressão há necessidade de pagar uma consulta com o médico de plantãoâ€.
Atendendo a uma informação da mesma atendente, fomos até a Cardiovida, onde minha esposa foi atendida muito bem e graciosamente.
Ocorre que sempre nós e inúmeros usuários da Unimed verificamos a pressão arterial no Pronto-Atendimento que, diga-se de passagem, nem sempre é tão pronto, sem que nada nos fosse cobrado, nem mesmo a apresentação da carteira da Unimed. Não podemos, portanto, entender que, embora paguemos em dia cerca de R$ 276,00 de mensalidade, tenhamos de pagar uma consulta ao “médico de plantão†para simplesmente verificar a pressão arterial. Afinal, o médico assistente de minha esposa sempre a aconselhou a verificar a pressão “em um hospital ou pronto-socorro†sempre que não se sentir bem e, em seguida, comunicar-se com ele para medicar-se.
Não consigo entender essa atitude. Para mim, não há como entender isto. Não se pode mais verificar a pressão em farmácias (o que acho perfeitamente correto), mas pagar uma consulta médica para verificar a pressão quando se paga religiosamente a mensalidade de um plano de assistência médica que não é nada médico, no mínimo pode ser considerado um abuso que precisa ser muito bem explicado. (José Benedicto Pinto - RG: 4.440.349)