08 de julho de 2026
Cultura

Bangal

Simone Simões
| Tempo de leitura: 3 min

Cinco ambientes com muitas cores, velas, almofadas, tecidos, tapetes, estofados, móveis antigos e até camas. A mais nova casa noturna de Bauru promete levar a população pra lá de Maharashtra. A grande noite será hoje, mas os convites já estão esgotados. No entanto, os empresários João Cabreira e Eduardo Mauad anunciam que o Bangalô irá entrar em funcionamento, com força total, a partir de sábado.

Já de entrada um elefante indiano abre a decoração do Bangalô e recepciona os freqüentadores. De frente um quadro da artista plástica Rose Cabreira (esposa do João) caracterizando o nome da casa com seus vários bangalôs. O piso de concreto estampado dá a impressão de estar andando pelas ruas da Índia.

Do lado direito um ambiente ao ar livre com cadeiras e mesas em bambú. No mesmo ambiente camas com almofadões coloridos e tecidos diversos ficam distribuídas entre mesinhas baixas de madeira. Uma piscina com decoração de plantas fecha o ambiente que traz um grande bar com balcão de fora a fora.

Do lado esquerdo um ambiente fechado e aconchegante apresenta duas grandes luminárias de jardim e tecidos com muito brilho para destacar a decoração. O Lounge, como é chamado, é o lugar mais reservado do bar e tem mesinhas distribuídas, bar e DJ. No repertório nada de bate-estaca mas sim muito rock para lavar a alma.

Tudo começa agora, isso mesmo ainda não acabou, ou melhor, nem começou. O ponto mais forte da casa está aqui dentro, onde? No “reservadinho” do Bangalô, como foi batizado por Cabreira. Com 500 metros quadrados, bar conjugado, pista de dança e camarotes - muitos camarotes - o espaço dance do Bangalô integra outros ambientes da casa noturna através de um bar. Um janelão se abre e pronto, dois ambientes juntos.

Neste mesmo local, uma das partes dos camarotes se transforma em um grande palco para shows. E como se não bastasse no fundo do “reservadinho” um “aquário tecno” de vidro com uma pista de dança e mais camarotes com sofás é destinado para os tecnomaníacos.

Pelo menos de dia a casa não deixa ninguém se esconder, todo mundo vê todo mundo. Mas Mauad adianta que na madrugada a história é outra. “O ambiente parece até um outro lugar”. O motivo, segundo o empresário, é a quantidade e diversidade de luzes do local.

Além de todo esse conforto de sofás e camas a casa noturna possui estacionamento iluminado e com manobrista para cerca de 800 carros. Segundo os empresários, que também são donos da diversificada casa noturna Villa Madalena - que fechou no final do ano passado para reformas, os convites para as noites do Bangalô serão vendidos no escritório de Bauru, que fica na rua Antônio Alves 31-54, endereço conhecido de todos na cidade.

Segundo Cabreira o Bangalô abre as portas sempre às 23h e fecha só quando o sol nascer. Não podemos esquecer do drama das casas noturnas, os banheiros. Eles são quatro, grandes e com equipamentos modernos. Pelo menos no feminino a decoração tem muitos espelhos, ponto para a casa. Também na estrutura, uma caixa d’água de dez mil litros, ligada em um poço semi-artesiano, abastece a casa.

• Serviço

Inauguração da nova casa noturna de Bauru, Bangalô, hoje. Os ingressos estão esgotados. Para chegar, siga pela avenida Getúlio Vargas até o final, chegando na rotatória da rodovia Marechal Rondon - próxima ao condomínio Samanbaia - entre na perimetral da rodovia Bauru-Jaú e vá em frente virando a direita na primeira ponte. O bar fica na rua Ignácio Conceição Vieira, 2-53, a 50 metros do motel Tropical Inn.