A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) está lançando o “Superseguro em contaâ€, direcionado a todos os clientes - cerca de 3 milhões em 234 municípios do Interior do Estado de São Paulo - da empresa, independentemente da faixa de consumo de energia elétrica. O seguro, no valor mensal de R$ 3,99, é opcional e oferecido apenas para clientes residenciais.
De acordo com informações da assessoria de imprensa da CPFL, os principais benefícios contemplados pelo seguro são a garantia do pagamento das contas de luz em caso de desemprego ou incapacidade temporária (até quatro meses); falecimento ou invalidez permanente total (até 12 meses).
Outro benefício seria o auxílio funeral, um plano familiar (titular, cônjuge e filhos) que prevê o pagamento de despesas funerárias, inclusive jazigo, no valor de até R$ 1,5 mil por pessoa.
Também está incluída, segundo a assessoria, a assistência domiciliar emergencial 24 horas. Através do seguro, a empresa envia encanador, eletricista, chaveiro e vidraceiro até a residência do cliente segurado.
O usuário também pode, segundo informações oficiais da CPFL, pedir orientação jurídica sobre os assuntos relativos ao seguro contratado e solicitar o orçamento de prestadores de serviços cadastrados. Além disso, há o seguro residencial, que em caso de incêndio ou explosão, prevê indenização de até R$ 30 mil.
A assessoria de imprensa da CPFL acrescenta que os clientes que optarem pelo seguro também concorrerão, todos os meses, a um prêmio de R$ 5 mil. Também estariam previstos, ainda, benefícios como a garantia de compras de supermercado em caso de desemprego (até R$ 200,00) e falecimento do titular do seguro (R$ 600,00).
As contas de luz deste mês já estão sendo enviadas aos clientes com uma carta anexada contendo informações sobre o seguro. Quem não receber e estiver interessado em obter mais informações pode entrar em contato com a CPFL pelo 0800-558805.
Para o diretor do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp), Carlos Augusto Ramos Kirchner, oferecer o seguro aos clientes seria uma forma da companhia reduzir o índice de inadimplência.
“A CPFL está usando seu poder de monopólio para vender mais um produto. Mas é claro que a decisão em aderir ou não ao seguro cabe a cada clienteâ€, observa.