09 de julho de 2026
Regional

Encontro discute segurança e saúde do trabalho em Jaú

Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

O 3º Encontro de Especialistas em Segurança e Saúde do Trabalho foi realizado sábado na Câmara Municipal de Jaú. O evento contou com a participação de 160 profissionais que atuam nessa área, como médicos, engenheiros de segurança e enfermeiros.

O encontro foi promovido pelo E-Groups Parceiros da Vida, uma rede internacional de voluntários ligados aos Serviços Especializados em Segurança, Saúde e Medicina do Trabalho (SESMT).

O coordenador do grupo, Cosmo Palasio, diz que o principal objetivo foi disseminar informações sobre o tema. “Hoje essas informações estão muito concentradas nos grandes centros e é preciso levá-las até o Interior.”

Os participantes não pagaram taxa de inscrição e passaram o dia participando de palestras. Para o técnico em segurança do trabalho Carlos César Nunes Valbueno, a principal contribuição do encontro foi a possibilidade de se atualizar. “Cada vez mais se exige que o profissional esteja bem informado”, diz.

O assistente de recursos humanos e estudante do curso de técnico em segurança do trabalho, Paulo Henrique Sampaio, afirma que o intercâmbio foi fundamental. â€œÉ sempre bom poder trocar informações com outros profissionais.”

Agenda

O encontro em Jaú foi o primeiro promovido pelo E-Groups este ano. O próximo está agendado para maio, no Rio de Janeiro. Estão previstas também reuniões no Vale do Paraíba e no Paraná.

A primeira edição foi realizada em Santo André, em 2001. No ano passado, o encontro foi em São Bernardo do Campo. O grupo tem parceiros no Chile, Grécia, Portugal, França, São Tomé e Colúmbia Britânica e atua também nas áreas do meio ambiente e responsabilidade social.

Durante a reunião em Jaú, foram apresentados números que mostram que o Brasil ainda pode evoluir em termos de segurança e saúde do trabalho.

Os dados divulgados pelo E-Groups mostram que, no País, ocorrem anualmente 12,6 acidentes para cada 100 mil trabalhadores. Na França, o índice é de 7,6 e na Suécia chega a 2,7. As estatísticas não incluem os funcionários públicos e os que trabalham no mercado informal.