A esperança do asfaltamento das ruas da Vila Universitária e dos bairros próximos à rua Bernardino de Campos, como Parque Viaduto e Vila Celina, é o asfalto comunitário. A informação é do secretário municipal de Obras, Antônio Carlos Duarte.
De acordo com o titular da pasta, os problemas da região da Vila Aviação estão sendo amenizados com a implantação de galerias de águas pluviais e a posterior duplicação da avenida Getúlio Vargas.
As obras de galerias ao longo da avenida tiveram início nesta semana e estão orçadas em R$ 500 mil. “Em uns 60 dias, tudo isso aqui está concluídoâ€, afirma.
Duarte explica que o serviço está sendo executado das partes mais críticas às menos problemáticas.
Antes do final do contrato das galerias da avenida Getúlio Vargas, a Secretaria de Obras pretende fazer um aditamento para estender as obras a algumas ruas da Vila Aviação, transversais à avenida. “Não é coisa demorada. Em um mês dá para fazer e não interfere na duplicação da Getúlio Vargasâ€, garante.
O secretário justifica que nas regiões mais altas e mais planas do bairro não há tantos problemas de erosões.
A duplicação da Getúlio Vargas, da quadra 17 à 25, deve ter início em abril. A obra custará cerca de R$ 520 mil aos cofres municipais.
São quatro quilômetros de extensão. A via terá duas pistas (com duas faixas cada uma) separadas por um canteiro central.
No final da avenida, será construída uma rotatória e uma alça de acesso à rodovia Marechal Rondon, com cerca de 500 metros.
Na altura da rua Odilon Braga haverá uma outra rotatória, de onde partirá uma avenida que ligará a Getúlio Vargas à região do shopping center e da Vila Universitária.
Na opinião de Duarte, com as obras que estão sendo executadas pela administração municipal, ficará mais fácil colocar em prática a idéia do asfalto comunitário no bairro.
“Existe uma expectativa do asfalto comunitário. Agora, a prefeitura executando a parte pesada, isso fica mais suaveâ€, avalia. “O investimento pesado fica feito para depois pavimentarâ€, acrescenta.
A prefeitura também tem planos para a rua Bernardino de Campos, que atualmente é asfaltada apenas até a quadra 30. A pavimentação das sete quadras restantes está em fase de licitação e não tem prazo definido para ser realizada.
“Concorrência não depende da gente. Se alguém entrar com recurso judicial, pode demorar mais um pouco. Se começar a enrolar muito, nós vamos abrir uma outra concorrência com todos os quarteirões e mais uma opção com a prefeitura facilitando o asfalto comunitárioâ€, explica Duarte.
Quanto às ruas transversais do Parque Viaduto e da Vila Celina, que também não são asfaltadas, o secretário de obras explica que também faz parte da licitação que está em andamento a pavimentação asfáltica das vias por onde passam ônibus coletivos.
Para o restante das ruas do bairro, a alternativa apontada pelo secretário é apenas uma: o asfalto comunitário. â€œÉ o que asfaltou praticamente toda a cidadeâ€, expõe.