Todos os dias assistimos um espetáculo estranho. Precisamos ter sangue frio para receber notícias que nos vêm a cada instante. Parece que virou moda, pai que mata filho, filhos que se drogam, e o viciado furioso comete crimes hediondos. Namorados planejam matar pai e mãe, e todos os dias aparece então, um caso novo para contar. Antigamente os pais diziam, filha venha cedo para casa, e havia obediência. Hoje a culpa toda aponta droga, e por que a droga? Mas o que esse povo vê nessa porcaria de droga? Facilmente conhece-se alguém que se droga. A pessoa fica com os olhos vermelhos e alucinados, mais feio do que é, parece com um monstro, se for mulher então, a desfigura tanto que, se era bonita, transforma-se em bruxa. A repercussão de certos acontecimentos é sempre proporcional à importância dos atores neles envolvidos. Certos crimes, é sempre confirmado que os assassinos já estavam drogados. Mas, por que essa tal droga entra facilmente na cabeça desses imbecis? Será porque eles têm a cabeça diferente das pessoas que não se drogam? É tão fácil não entrar nessa. É só fazer uma análise da conseqüência que traz essa porcaria. Pessoas que recebem bom exemplo da família não entram em vícios e nem andam em péssimas companhias, elas sempre influenciam mal. Fujam desses maus elementos. Todas as drogas, cigarro, bebidas, maconha, cocaína, e outras, trazem conseqüências desastrosas para o nosso organismo e levam sempre para o mau caminho. Há muitas vidas perdidas pelas drogas. Está difícil controlar a situação. Em todos os lugares o traficante comanda, e exige que cumpram suas determinações. Não há esperança de um futuro melhor. E a realidade é esta, prisões superlotadas, vivem como bichos e não apresentam melhora alguma. Precisamos dar serviços para esses vagabundos, nada de mordomia. As cadeias e presídios dão sempre uma colher de chá para esses maus elementos. Há sempre um tipo de marginal rebelde da classe média alta, conscientizado, advindo de outros grandes marginais que os conduzem à ação para solucionar prática de corrupção. Peço às famílias conduzirem seus filhos para um bom caminho, nada melhor que uma boa religião. (Áurea de Araújo Oliveira - RG 2.199.637)