BOM EMPATE
No duelo entre o campeão carioca e o campeão paulista, deu empate. O Vasco entrou em campo disposto a mostrar que é o bam-bam-bam do Rio de Janeiro. Saiu na frente e foi superior ao Corinthians no primeiro tempo. Mas o Timão foi outra equipe nos 45 minutos finais. Os visitantes acertaram a marcação no meio-campo e partiram para cima do Vasco. O time cruzmaltino intimidou-se com a superioridade corintiana e viu o adversário crescer. O empate passou a ser apenas questão de tempo. E aconteceu. O bom jogo em São Januário, com quatro gols, terminou mesmo com igualdade no placar. No final das contas, um resultado justo pelo o que ambos apresentaram durante os 90 minutos.
MEDIANO
Concordo com o técnico Mário Sérgio: o empate contra o Flamengo foi injusto para o São Caetano, porque foi superior ao adversário durante toda partida. Porém, desta vez o Azulão não é um dos favoritos ao título do Campeonato Brasileiro. O São Caetano disputou duas finais, contra o Vasco, em 2000 e diante do Atlético Paranaense, em 2001, mas hoje a realidade é outra. O time do ABC agora é um mediano, no nível do Guarani, da Ponte Preta, por exemplo, e não no nível de um Corinthians, Santos, São Paulo, Cruzeiro e outros grandes clubes.
PEIXE ESCORREGA
O Santos foi superior ao adversário durante toda a partida de quarta-feira, na Vila, criou oportunidades para golear os equatorianos, mas acabou sofrendo o empate em um lance isolado no segundo tempo. Nos minutos finais o time de Leão pressionou para conquistar a vitória, mas parou na retranca do adversário, que vibrou com o placar de 1 a 1. Mas apesar do escorregão, o Peixe terminou na liderança do seu grupo da Libertadores. O aproveitamento só não foi de seis vitória em seis jogos porque o Santos empatou os dois jogos com o El Nacional.
NINHO ANTIGO
O São Paulo vai correr atrás de um nome de peso para substituir Reinaldo, se não conseguir renovar o empréstimo do atacante junto ao Paris Saint-Germain no meio da temporada. França está insatisfeito no alemão Bayer Leverkusen e deve voltar ao Brasil. Palmeiras e Flamengo já fizeram proposta pelo atacante. A história de França é no São Paulo. Acho mais fácil ele voltar para o Tricolor do que ir para outros clubes.
DESCARTADO
Allann Delon fez quarta-feira, contra o Grêmio, seu terceiro jogo pelo Vitória no Brasileirão. Como o regulamento não permite que um atleta atue por outro clube depois de jogar três partidas por um, o Timão decidiu abrir mão do atacante baiano.
PEGADA FORTE
Ouvi Jair Picerni afirmar no microfone de uma rádio paulistana, que nem pensa na hipótese de o Palmeiras não conseguir subir para a Primeira Divisão este ano. “O Palmeiras não pode se acostumar com esse negócio de jogar a Série B” – disse o treinador. Claro, Picerni. Afinal, o Palmeiras é um dos maiores e tradicionais clubes do País. Só que a Segundona é um campeonato diferente, onde a pegada é bem mais forte.
PISTA MOLHADA
O serviço de meteorologia italiano prevê a possibilidade de chuvas durante o Grande Prêmio San Marino de Fórmula 1, que será disputado neste domingo às 9h (de Brasília). A previsão no entanto, ao contrário do que aconteceu em Interlagos, é de chuva fraca. O treino classificatório de amanhã também poderá ser disputado com pista molhada. Se a previsão se confirmar, esta será a terceira corrida do ano com chuva em quatro disputadas. E por falar em chuva, tem o seguinte letreiro num bar na periferia:”Lá fora chove e aqui dentro pinga”.
OESTE DOMINA
A classificação final dos 16 times para os playoffs da NBA provou a superioridade da Conferência Oeste sobre a Leste. O Detroit Pistons, melhor time do Leste, terminou com 50 vitórias e 32 derrotas. A campanha foi a mesma de Los Angeles Lakers e Portland Trail Blazers, que ficaram respectivamente em quinto e sexto no Oeste.
MEMÓRIA
Campeonato Amador de Futebol de Bauru, decisão do título de 1995, no Estádio Alfredo de Castilho: Leônico 2 x Parquinho 2. O Parquinho vencia por 2 a 0, gols de Ari Guerreiro e Cosin, mas o Leônico chegou ao empate através de gols marcados por Baixinho e Edil. Árbitro: Henrique Scarabello. Público pagante: 874. Leônico: Edson; Silvinho, Ari, Jorjão e Aloisio; Adriano, Alex e Baixinho; Hortelã, Edil e Ortega. Parquinho: Maurício; Val, Libório, Didi (Marcelo Rosa) e Ari Guerreiro; Modesto, Betão e Cosin; Ronaldo, Fabiano (Edilmo) e Caju. O Leônico, que havia vencido o jogo de ida das finais por 3 a 0, sagrou-se campeão.