Quem diria que até um dos países mais antigos do mundo abrisse mão dos costumes da alimentação no importante mercado chinês. Que embora, segundo se saiba, o país já teria inventado o importante produto alimentício que conhecemos como macarrão. E que, curiosamente, o navegador italiano Marco Pollo – em uma de suas costumeiras viagens ao Oriente – houvera trocado o macarrão chinês pela pólvora italiana, possibilitando aos chineses a desconhecida, porém, importante produção da dinamite.
A moderna China, cuja população atual se supõe ser de 1 bilhão e 300 milhões de habitantes, desde as últimas décadas do século XX vem inserindo-se nos países do mundo global (tal quanto no Brasil), participando feéricamente na busca do desenvolvimento econômico a qualquer custo. Na busca ativa dos investimentos conseguidos no Exterior e que, geralmente, objetivam aplicações de grandes valores. Bem como nas aquisições de empresas, fábricas e até mesmo de parcerias, como a exemplo de fato já consumado com a presença brasileira na indústria daquele importante país oriental. Assim, no campo das instalações de indústrias, além das que ali já existem originadas do Brasil, tal como na produção de calçados e etc. Além do fato mais importante, a produção de aviões a jato em parceria com as empresas Harbin (China) e Embraer (Brasil).
Levando em conta que, certamente, num país tradicional como o da culinária chinesa, sob inúmeros tipos de produtos marinhos, além de peixes e outras tantas espécies como, segundo consta, gatos, ratos, grilos e até os peçonhentos cobras, lagartos e outros...
Sem contar que o país chinês deu a volta por cima ao livrar-se, em certas circunstâncias, do absoluto arrocho político/comunista. A mudança, em parte, deve-se à vivência mais humano/liberal e ao ensejo da aceitação do capitalismo, embora rotulado sob controle. Os chineses de Hong Kong importam até mesmo “o mistério do peixe que vale fortuna, as buchadas da pescada maranhense, ao preço de US$ 110” a porção, um produto que, segundo consta, é “afrodisíaco”. Assim é que os chineses já poderão sentir-se felizes da vida quando servidos, degustando o alimento mais festejado de Norte a Sul do Brasil. O churrasco festivo de carne bovina levemente salgada e à gosto; quem sabe, a picanha preparada à moda brasileira e com boa cerveja da mesma origem.
A importância da oportunidade chinesa, especialmente na sua busca da abertura econômica, também dirigida ao Ocidente e de importância para esta parte do mundo. É assim que vemos a presença da inclusão das atenções chinesas e pesquisas dirigidas ao Brasil em assuntos consumados e parcerias em andamento. Confiante, a China nos visita desde 21/2/2003 em São Paulo, no pavilhão da “OCA”, Parque Ibirapuera, com “os guerreiros de XI`NA e o tesouro” histórico/ milionário, com mais de 5 mil anos. -Fico por aqui. (O autor, José Almodova é professor, mestre em Projeto, Arte e Sociedade pela Unesp/Bauru. É jornalista e colaborador do JC. E-mail:almodova@ig.com.br)