09 de julho de 2026
Turismo

Praias urbanas da "Cidade do Sol"

Eliane Barbosa
| Tempo de leitura: 2 min

Ao contrário de algumas capitais nordestinas onde as praias urbanas são poluídas, em Natal o turista desfruta delas estando na cidade ou nas imediações.

No trecho urbano são mais de 20 quilômetros de praias, que vão desde a Praia dos Artistas até Ponta Negra, com hotéis construídos praticamente dentro da praia. É só colocar o maiô e curtir.

A Areia Preta é a primeira praia no sentido Sul e foi uma das mais famosas na década de 60, mas hoje é pouco freqüentada por turistas e seus antigos hotéis, como o Três Reis Magos, está vazio.

Ao lado, fica a Praia dos Artistas, a preferida dos surfistas e distante apenas três quilômetros do Centro da cidade.

É nela que fica a boate Chaplin que à noite é a responsável pela badalação. Oferece muito movimento em meio a cinco ambientes, como bar tropical, videobar, boate, pub inglês e um espaço para a apresentação de bandas.

A Praia do Forte tem as águas mais tranqüilas de Natal, devido a barreira de arrecifes, ideal para crianças. A praia tem esse nome por causa da Fortaleza dos Reis Magos, construída por Mascarenhas Homem e Jerônimo de Albuquerque, em formato de estrela. O forte foi tombado pelo patrimônio Histórico da União.

Em Natal, chamada de a “Cidade do Sol”, chove muito pouco no ano. Apenas algumas pancadas entre março e julho, mas nada que atrapalhe um emocionante passeio de buggy.

A temperatura média é de 28 graus e o número de dias ensolarados chega a 300 no ano. Um clima mais que favorável para quem quer desfrutar das belíssimas praias, do mar de água cristalina e das famosas dunas.

A paisagem estonteante da cidade e da região se completa com os cuidados da administração pública e da população para com a cidade. Não há lixo nas ruas, nem no centro, as amplas avenidas têm asfalto impecável e todas as praças são arborizadas.

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Jangadas e camarões

Quem nasce no Rio Grande do Norte é rio-grandense-do-norte ou potiguar. E o que quer dizer potiguar?

Para alguns, incluindo o dicionarista Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, é “comedor de camarões”. Para outros “apreciador de jerimum, a abóbora”.

Discussões à parte, o certo é que em Natal todas as manhãs as jangadas voltam cheias de camarões graúdos. Festa para os pescadores e para os turistas que invadem os restaurantes em busca do crustáceo.

O preço é mais acessível do que em São Paulo, onde a pesca é mais restrita. Por R$ 30,00 duas pessoas podem comer camarão razoavelmente bem.