08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Viver em sobriedade


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Quantas notícias tristes se têm lido e assistido em relação às drogas, se já não fosse o bastante a infelicidade de saber que a propagação das drogas lícitas e ilícitas aumenta a cada dia, agora temos que nos acostumar com as terríveis conseqüências do uso das mesmas?

Não!, eu acredito que temos que dizer não! A tudo que vem acontecendo, uma degradação em alta escala e indiscriminada do ser humano.

Devemos começar a prevenção contra a drogadição, orientando nossas crianças e ensinando os valores de vida, como ser educado, agradecendo sempre com um “muito obrigado”, ou pedindo “por favor”, e o respeito ao próximo como: idosos, professores, amigos, irmãos e principalmente os próprios pais, é nossa obrigação enquanto pais ou responsáveis encaminhá-los na vida com as palavras de Deus, devemos ensiná-los a louvar, adorar e amar a Deus sobre todas as coisas.

Temos o dever de selecionar tudo que entra em nossas casas, seja via TV, rádio, Internet ou leitura, educá-los com boas leituras, como livros e jornais e não com tablóides sensacionalistas, saber o que acessam via Internet e escolher os programas de TV, para que não corram o risco de ver, ouvir e achar que é normal, um homem ser chamado de “lacraia”, tais cenas ridicularizam o homem, que deixa de lado sua real condição e avilta a mulher, dando a certeza de que a mulher é um ser rastejante e repelente.

Quais os padrões da criança que cresce achando normal cantar a mulher como lacraia, egüinha pocotó, cachorra, desavergonhada e tantos outros adjetivos que me fogem à mente de tão ruins que são, e os homens que aceitam “vem meu cachorrinho sua dona está chamando”.

É inconcebível que tais coisas consigam gravar e se destacar na mídia, é contraditório quando a TV mostra tantas pessoas de talento e valores e que não recebem o apoio e a “exortação” que esses “showlixos” recebem, com toda esta deformação artístico-cultural fica difícil uma criança chegar na adolescência, com total discernimento de que as drogas fazem mal, afinal chegaram até lá, rodeados com todo tipo de drogas, uma a mais, uma a menos, que diferença faz?

Vamos dar um basta ao que nos faz mal, vamos viver em sobriedade. (Mariluci Lombardi - RG 13.733.107)