08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Crianças indefesas


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A angústia e a desesperança se constituem, hoje, a medida do ser humano neste século. O homem está cada vez mais carente de explicação, de calma, de sossego, de verdade que se traduz por uma explicação física e espiritual, gerando desequilíbrio, tornando-se bandido violento, covarde, canalha, é, pois, onde espanca, mata sem piedade, cada vez mais perigoso ele aprecia e tem prazer até mesmo de atingir o policial.

É assim que os seres humanos hoje se entregam na vadiagem, tornando-se grandes marginais, bandidos das piores espécies, assaltam, roubam, tornam-se assassinos frios, sem piedade. A droga está em tudo. O traficante comanda e traz tristezas em quase todos os lares. Se pegar o bandido, não podemos deixar por pouco e nada de mordomia, porque eles abusam e avançam para a criminalidade.

É o caso do menino Bruno, que foi espancado até a morte pelo padrasto e a sua própria mãe. Mulheres vagabundas que se unem com marginais, levando o filho de um outro companheiro, e sem piedade, ajudam o monstro a matar a criança, seu próprio filho... Mas, que mãe é essa? Pode-se chamar de mãe uma assassina do seu próprio filho?

Mulher alguma deve se unir a alguém com instinto de bandido, principalmente quando se tem filhos de um outro marido. Todos nós temos direito a ter um companheiro, mas precisamos pensar bem antes de nos unirmos a certa pessoa, devemos pensar como irão ficar nossos filhos, afinal, há jeito de se ter alguém sem precisarmos sacrificar nossos filhos. A mãe que ama seu filho não o deixa por hipótese alguma. Existem meios de compartilhar tudo. E assim o ser humano se busca na procura, se entrega e se magoa.

Cristo deu exemplo, mas o ser humano é infinitamente covarde, embora de boa vontade. Amor à dor é a essência da santidade, a confusão dos que ignoram a sadia loucura dos filhos de Deus. (Áurea de Araújo Oliveira - RG 2.199.637)