Sobre estes quatro pilares, harmonia, amor, verdade e justiça, se apóiam, ou deveriam se apoiar, todos os grupamentos humanos, desde o pequeno grupamento que é a família, até os grandes, como clubes, escolas, firmas, comunidades e todos que têm oportunidade de interagir em conjunto (perdoem o pleonasmo, é só para reforçar e deixar bem clara a idéia).
A harmonia se estabelece, na medida em que todos habitem um mesmo universo de idéias, ainda que discordando em um ou outro ponto, mas sempre harmonizando num sentido geral da busca de algo que tenha sentido, para todos. O amor aqui, é aquele amor que se deve dedicar ao próximo, de que fala São Paulo, que é benfazejo, não deseja o mal, nem suspeita mal, inclui lealdade e, acima de tudo, capacidade de compreender e perdoar.
A verdade é um corolário natural, decorrente da harmonia e do amor, porque o grupo familiar, social, comercial, religioso ou outro qualquer que seja mesmo grupo, já irmanado na harmonia e no amor, só pode cultivar a verdade em suas relações interpessoais. Então decorre que este quarto pilar, que é a justiça, seja feita sempre, pois terá a comprová-la tudo quanto já se integrou no grupo e já o sustenta e mantém de pé. Haverá sempre justiça, se antes tiver havido harmonia, amor e verdade. (Isolina Bresolin Vianna - RG. 3.027.947)