08 de julho de 2026
Bairros

Polícia de trânsito

Thaís da Silveira
| Tempo de leitura: 2 min

Na opinião do tenente Jorge Luís Dias, da Companhia de Trânsito da Polícia Militar (PM), a conduta humana é bastante importante para evitar acidentes em passarelas, passagens de nível, pontes e viadutos.

“As pessoas acabam negligenciando os riscos e acontecem os acidentes de trânsito. Elas pagam com a própria vida em razão da falta de conduta correta para com o trânsito”, diz Dias.

Um exemplo de imprudência, segundo o tenente, é o uso da passarela provisória do Núcleo Mary Dota por motociclistas. Ele afirma que é falta de cuidado, pois coloca em risco a vida dos pedestres usuários.

“As pessoas acabam não utilizando de forma correta. Quando pensarem em trânsito, as pessoas têm que pensar com uma certa cautela. Devem perder um pouquinho mais de tempo e fazer a travessia de forma mais segura”, orienta.

Para os locais em que não há passarela, Dias sugere que a travessia seja feita com cautela, em local visível, evitando atropelamentos.

Ele relembra que o problema de travessia da avenida Nações Unidas, na quadra 17, foi solucionado com a instalação de semáforos para pedestres.

Sinalização

A sinalização é aliada no combate aos acidentes. Em passagens de nível, elas são consideradas essenciais. Para Dias, se o veículo envolver-se em acidente, é por falta de cuidado do motorista.

É o caso da passagem de nível da avenida Comendador José da Silva Martha. “Embora não seja 100% sinalizada, existe uma sinalização. A pessoa que prestar atenção vai fazer certinho”, garante.

Nas passagens de nível, os trens têm prioridade na via. O trem não tem capacidade de parar rapidamente porque o sistema de freios é diferente dos veículo de passeio. “O código é bem claro”, reforça o tenente.

A sinalização também tem evitado acidentes no viaduto Antônio Eufrásio de Toledo. Antes da implantação do radar, havia colisões traseiras com freqüência.

“O pessoal descia e acabava colidindo devido ao trânsito moroso perto da rotatória. Com o radar, as pessoas reduziram a velocidade e o problema acabou”, afirma Dias.