Do mesmo modo que alguns costumam dizer que também é um “filho de Deus”, desta mesma maneira a maioria de nós cobramos isso em nossa vida. Sobre o direito de termos tudo é o máximo que podemos obter.
A verdade de se ter um pai celestial de extrema bondade, como sabemos, choca-se e contrasta-se com os filhos seus, aqui em completo e danoso egoísmo, pois esses, ao conseguirem uma boa vida material tida como bênção de Deus, apenas para si tão somente.
Atualmente, contemplamos multidões em seus templos (igrejas) e cultos, ansiosas em conseguir muitíssimos bens materiais e nisto são incentivadas a darem um pouco (sacrificarem) para que recebam muito. Tudo isso não seria de nada errado, a não ser pelo objetivo egoístico, mesmo que a lei do dízimo seja lícita e ordenada por nosso Deus, embora que nunca e jamais algum líder religioso revelou ou tenha demonstrado ao povo a finalidade divina a despeito desse mesmo dízimo que é e seria: “para que haja mantimento na minha casa”, diz o Senhor - Malaquias 3.10.
Esta é a visão divina em todas as épocas, para com todo o povo e as suas necessidades básicas, e não somente do nosso excelentíssimo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para com o Brasil e o mundo. A destinação do dízimo é tão diferente da intenção de quem dá e também dos gastos egocêntricos de quem recebe.
Os tipos de explicações a respeito da finalidade do dízimo para conduções, construções e despesas diversas são errôneos, porque tais gastos seriam cobertos pelas ofertas alçadas, mas o dízimo é para que haja mantimentos reais para com os carentes, é mui claro em cada Bíblia sagrada esse objetivo (destinação).
O poderio ostensivo religioso tem se formado enormemente sobre os cadáveres dos que morrem de fome em nossa comunidade mundial.
Estaríamos cada um de nós revertendo ao senhor nosso Deus todo o nosso amor e gratidão e também o nosso temor para com Ele?
Carlos Roberto dos Santos - RG 43.681.098