Imagine um médico não atendendo seu paciente. Quais seriam as conseqüências e como ficaria sua reputação? Seria o fim de sua carreira de médico...
Isto é o que está acontecendo com as entidades sindicais que estão defendendo as reformas da Previdência, ou seja, a entidade que tem o dever e a obrigação de defender o interesse dos trabalhadores está virando as costas aos seus associados.
Se os trabalhadores, em especial os funcionários públicos, fossem politizados e conscientes do seu poder, exigiriam do Sindicato que o representa uma assembléia geral, destituiriam as diretorias por motivo de traição à classe, incoerência e inversão de papel.
Todas as entidades que estão apoiando a reforma da Previdência não têm mais moral e dignidade para falar em nome da categoria, isso porque, num fato de repercussão nacional, onde a classe está angustiada e revoltada com o rumo que a dita reforma está tomando, diversas entidades não se pronunciaram em favor dos trabalhadores.
Geraldo Antonio Inhesta - RG. 06.028.558