• Improcedente
O juiz da 4ª Vara Cível de Bauru, Arthur de Paula Gonçalves, julgou improcedente o mandado de segurança impetrado pelo ex-vereador José Humberto Santana contra sua cassação pela Câmara Municipal. O juiz decidiu que não houve vício no processo nem ilegalidade e que o Poder Judiciário não pode interferir no julgamento político da questão.
• Repercussões
Continua repercutindo entre as lideranças políticas o anúncio da filiação do ex-deputado Tuga Angerami ao PDT. O presidente da executiva do PMDB, Alex Gasparini, se sente lisonjeado em ter o partido que comanda na lista de uma possível frente com Tuga candidato. Mas avisa: “O PMDB trabalha para ter uma candidatura própria, que pode ser a de Renato Purini. A conversa com Tuga é uma hipótese que pode ocorrer lá na frente”, diz.
• Independente
Mas outras ações ocorrem na esteira da filiação do ex-deputado. A presidente da executiva provisória do PL, Silvia Azambuja, garante que a legenda está fora da frente. “Articulamos candidatura própria”, avisa. Aliás, comenta-se muito uma possível desfiliação do vereador Pastor Luiz do PL. Ele confirma a especulação e apimenta: “Recebi convite até do PFL.” Tem até 30 de setembro para decidir.
• Em Brasília
E parece que o PL vive dias conturbados. Os bastidores informam que os vereadores Leandro dos Santos Martins (sem partido) e José Eduardo Ávila (PP), mais o ex-prefeito Antonio Izzo Filho e Silvia Azambuja estiveram em Brasília para uma conversa com o presidente nacional do PL, Waldemar Costa Neto. A visita gera as mais diversas especulações.
• Com o prefeito
O vereador João Parreira de Miranda (PSDB) vai se encontrar com o prefeito Nilson Costa (PTB) hoje à tarde, mas estará acompanhado de proprietários de farmácias. Eles vão discutir projeto do tucano aprovado pela Câmara Municipal que amplia a lista de produtos comercializados nas farmácias. É que tem gente na administração municipal a favor do veto do prefeito à proposta, já aprovada pelo Legislativo.
• Microfilmagem
O promotor Fernando Masseli Helene decidiu dividir em dois processos o contrato de serviços de microfilmagem realizado pela Câmara. Em um, o promotor de Defesa da Cidadania ingressou com uma ação civil pública pedindo o ressarcimento pelos valores pagos em desacordo com o previsto na contratação.
• Quantidades
Masseli defende a tese de que cada rolo de microfilme tem capacidade para reproduzir até 2.400 páginas de documentos do tipo ofício. Ele argumenta na ação que o fornecedor teria executado os serviços ao parâmetro de 1.500 folhas por rolo de microfilmagem, o que tornaria a fatura final mais elevada.
• Separação
Na outra ponta, o promotor Helene separou para análise a constatação de que a Câmara de Bauru teria pago por serviços não realizados de microfilme referente a um contrato do ano 2000. Se a tese se confirmar, o MP também vai buscar, na Justiça, a devolução dos valores para os cofres do Legislativo.