Na semana passada, tivemos um caso que deveria ser típico e não tão notório como aconteceu. Qualquer cidadão ou cidadã católica tem direito às cerimônias normais da religião. Jamais se deve cercear o direito de qualquer pessoa, católica ou não, para que realize a prática de sua religiosidade. O que pode não parecer correto, a atuação de policiais, que poderiam estar visando não os parentes do falecido e sim os seus antigos colegas de trabalho.
Em todas as coisas, devemos separar os diversos tipos de práticas e atividades. Os nossos digníssimos protetores sociais deveriam simplesmente antecipar ou postergar a sua missão, para não ter acontecido os citados constrangimentos dos familiares do morto. Na religião, há o direito de todos, para este tipo de sacramento da Igreja de encomendação da alma (missa especial) desde que tenham o dinheiro para esta cerimônia. Embora que outros de menor categoria, pobres e mendigos falecidos, esses que não têm os seus parentes e amigos para tal oficialização, pelo menos de encomenda de suas almas ao purgatório. Grato!
Carlos Roberto dos Santos - RG 43.681.098