Muito além dos que infelizmente temos entre nós, agora também nos foram lançados outros falsos e enganosos preconceitos.
Até mesmo o sumo-pontífice (o papa) foi alvo da investida desse tipo.
Existe o imenso interesse de se tirar (destituir) o direito de proteção da família, das igrejas (quaisquer) e de segmentos da sociedade, pois quando o líder católico mundial se manifestou contra o casamento homossexual, foi apenas em defesa ao seu rebanho. Esta forçosa e tremenda onda, até mesmo oficializada em novas leis, tende a obrigar-nos a aceitar o que consideramos nefasto e malévolo.
Qualquer posicionamento moral hoje tende a ressoar como se fosse preconceito contra pessoas, e nunca contra os seus atos e atitudes que se forçam para que aceitemos e compactuemos.
Assim semeiam o erro de citar formas de preconceitos e beligerâncias não existentes em verdade.
O que alguém vê que seja mau para a sua família e comunidade, e combatendo isso dentro das mesmas, é a sua defesa do que considera ter os bons costumes, a serem disseminados entre os seus.
Há a taxação de preconceito por ser contra prostituição, homossexualismo, infidelidade matrimonial, contra a delinqüência infanto-juvenil, sodomismo e até por ser contra os diversos tipos de criminosos entre nós, que inclusive conseguem a anuência e o direito de não serem assim chamados por nós, e devem ser tidos apenas por “suspeitos’, ocultando os seus rostos e suas identificações, para que não sofram com os nossos chamados “preconceitos”.
Chegamos a isso, com a ofuscação e a legalização dos malefícios, para que sejam aceitos por todos nós e sem ressalvas.
Grato!
Carlos Roberto dos Santos - RG 413.681.098