10 de julho de 2026
Esportes

Vôlei: CBV lança oficialmente a Superliga

Da Redação
| Tempo de leitura: 3 min

São Paulo - A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) lançou oficialmente ontem, na Capital, a décima edição da Superliga, a competição mais importante do calendário do voleibol nacional. As recentes conquistas da Seleção Brasileira Masculina são um chamariz para a competição. A primeira rodada será disputada amanhã.

O competição terá dez equipes no masculino e dez no feminino. As duas partidas de abertura do torneio masculino acontecem na região Sul, às 20h30. Em Joinville, o São José/Intelbras recebe a Unisul, enquanto a Ulbra/São Paulo estréia diante do Bento/Union Pack, em Canoas, na Grande Porto Alegre.

Já no torneio feminino, a rodada inaugural vai colocar todas as equipes em ação. Às 15h30, o Osaco/Finasa, ex-BCN, joga em casa contra o São Caetano/Açúcar União. Às 18h, em Curitiba, o Rexona pega o Força Olímpica, de Brasília. Às 19h, Sesi-MG e Minas/MRV, em Uberlândia; Macaé x Campos, em Macaé, e Suzano x Pinheiros, em Suzano, fecham a rodada.

O lançamento reuniu atletas, comissões técnicas, dirigentes e representantes dos 20 clubes envolvidos. A palavra que mais se ouviu de todos os presentes foi equilíbrio. A Superliga promete ser uma das mais disputadas dos últimos tempos.

“Esta Superliga será muito disputada. Não há favoritos e alguns times poderão surpreender. Cada ano que passa, a competição está ficando melhor”, disse o ponteiro Giovane, campeão e melhor atacante da Copa do Mundo com a Seleção Brasileira, e que será uma das estrelas do time do Telemig Celular/Minas na luta pelo tetracampeonato.

Sobre os favoritos, Giovane apontou os times que têm mais chances. “No papel, há cinco times que se destacam: Minas, Unisul, Ulbra, Banespa e Suzano. Mas o favoritismo terá que ser comprovado dentro de quadra. Lá na frente, na reta final da competição, todos precisarão mostrar que são os mais fortes se quiserem vencer”, revelou.

Pela Unisul, o meio-de-rede André Heller sabe que seu time chega embalado pelas conquistas do Grand Prix a da Supercopa, mas quer ver os seus companheiros comprovando a força do grupo dentro de quadra.

Já no feminino, a levantadora do Osasco, Fernanda Venturini, sabe que todas as atenções estarão voltadas para o seu time. “Temos uma equipe forte, que conta com jogadoras titulares muito qualificadas e com outras atletas muito boas no banco, que conquistaram o título paulista há pouco tempo”, ressaltou.

Campeã da última temporada com o Osasco, a ponteira Virna transferiu-se para o Minas. “Osasco é favorito. Mais ainda tem outras quatro que estarão juntas brigando com eles pelo título: Minas, São Caetano, Campos e Rexona”, prognosticou.

O presidente da CBV, Ary Graça mostrou-se empolgado com a boa fase do vôlei brasileiro. “Se hoje somos o melhor voleibol do mundo é porque nenhum outro país tem tanta gente emocionada e envolvida com o vôlei. O Brasil dominou os pódios em todas as competições internacionais em 2003, um ano especial para nós”, festejou Ary.

Os times jogarão todos contra todos, em turno e returno. Os oito mais bem colocados passam para as quartas-de-final, em playoffs melhor-de-três jogos. As quatro equipes vencedoras disputarão as semifinais em séries melhor-de-cinco, assim como a final.