O secretário municipal das Administrações Regionais, Arlindo Figueiredo, afirma que a chuva não irá alterar a programação de trabalho que é desenvolvida pela pasta para tapar os buracos.
Para ele, o maior problema não é a chuva, e sim a qualidade do pavimento. “Tudo acontece em razão da vida útil do asfalto estar vencida. Com qualquer aumento de tráfego ou chuva, surgem inúmeros buracos. É humanamente impossível você tapar todos eles. Quando chega ao nosso conhecimento e incluimos na programação, o nosso pessoal toma as providências”, diz.
O problema quanto à qualidade do asfalto e sua durabilidade pode ser constatado em um buraco que havia sido tapado na quadra 26 da rua Saint Martin. O solo cedeu e formou uma depressão.
Segundo a moradora Maria Inês Gama, o problema já dura cerca de dois meses. “Vai acabar acontecendo um acidente. Durante a noite, é comum os motoristas não verem o buraco”, relata. Ao se chocarem contra o solo, os veículos correm o risco de sofrer danos materiais.
Com relação às ruas de terra, o diretor de Obras da prefeitura diz que há planos para asfaltar parte delas em 2004. “Há um projeto de pavimentação previsto e vários bairros irão receber esse benefício”, revela Luiz José Santoro Penna, sem citar as localidades que serão priorizadas.